Desta não estavam vocês à espera, pois não?
Pois é, meus amigos, achei que estava na altura de arregaçar as mangas e lançar mãos a isto - a ideia já andava a azucrinar-me há uns tempos.
A partir de agora, venham de vez em quando dar uma espreitadela a este cantinho que é nosso, ponham-no nos vossos favoritos para estar sempre à mão... porque haverá surpresas.
A partir de agora, venham de vez em quando dar uma espreitadela a este cantinho que é nosso, ponham-no nos vossos favoritos para estar sempre à mão... porque haverá surpresas.
Como sabem, tenho muitas fotografias do tempo do Liceu, além de ser também a fiel depositária das dos jantares e do Livro de Actas. Prometo-vos que aos poucos (uma por dia parece-me bem) hei-de disponibilizá-las todas, trazendo-as para aqui. Tenho umas largas dezenas ainda por digitalizar, mas a seu tempo todas virão aqui parar.
É claro que gostaria que, sendo este um cantinho nosso, todos aqui deixassem comentários - há um espaço para isso, não se façam desentendidos. E se desencantarem lá em casa fotografias do tempo do Liceu mandem-mas, por favor, que eu publico-as. O Manel, por exemplo, sei que tem uma fotografia giríssima da Madeira em que estamos a Vanda, o João Viegas, o Zé Afonso, o Zé Rui e eu - não a tenho. Ele sabe qual é.
Idem para os cartões. Só tenho os do Rui Magina e do Duarte. Se souberem dos vossos, de qualquer ano, mandem-mos.
Idem para os cartões. Só tenho os do Rui Magina e do Duarte. Se souberem dos vossos, de qualquer ano, mandem-mos.
É tão engraçado lembrar as nossas carinhas de miúdos! E mostrar isto em casa, às mulheres, aos maridos, à filharada e quejandos. Ajudem-me nisto, sim?
Um grande beijo a todos da
Teresa


8 comentários:
Querido António, que alegria ver-te estrear este cantinho! Sendo tu membro fundador do nosso grupo, sinto-me honrada por receber a tua bênção.
E como sempre, fizeste-me rir.
Teres referido "aquele" defeito do poeta que deu o nome ao nosso liceu fez-me lembrar uma história fabulosa que o Vergílio Ferreira, nosso (meu, da Clara e do Duarte)professor de Português do 6.º ano, contou uma vez numa aula, quando dávamos justamente a poesia dele.
Parece que a certa altura apareceu um estudioso a contestar a autoria de algumas poesias, que na opinião dele NÃO podiam ter sido escritas por Camões. E a prova definitiva, esgrimia a criatura era um certo soneto, que nos esclarecia sem margem de dúvidas que não era do nosso bardo. O soneto era o famosso "Alma minha gentil, que te partiste". No parecer do douto senhor não tinha sido escrito por Camões. E porquê?...
Ora... por causa de uns certos versos:
"Não te esqueças daquele amor ardente
Que já nos olhos meus tão puro viste".
Pois se ele era vesgo! Aquilo não podia ter saído da pena dele!
Risota sem fim na aula, claro.
Adorei.
Vou fazer umas pesquisas (vulgarmente chamadas de Arrumações) e se encontrar algumas coisas giras, mando logo.
Quando é q nos encontramos novamente? Estou cheia de saudades!!
Bjs Leninha
Querida Teresa,
Já consegui ver. Achei genial ! Vais ter de transcrever as actas
originais - dos jantares iniciais - para aqui...
E o próximo jantar ? Já tarda...
Beijo do
Ricardo Marques da Costa
Teresa, que fizeste tu à fotografia majestática do Manel ? Ainda há pouco lá estava e agora, que eu queria saborear melhor as recordações que aquelas caras, fatiotas e ambientes me evocam, zás... Desapareceu o Granjo... Não me digas que uma reedição da "Grande fuga dos jantares", que eu estou fartinho de ouvir falar dele - até à minha cunhada, imagina ! - e, desde que comecei a frequentar o grupo, cheio de vontade de o rever. Mas não tenho tido sorte nenhuma. Repõe lá a fotografia, pariga. E tu, se me "ouves", diz alguma coisa, homem.
Querido Ricardo,
Bem-vindo ao nosso cantinho (e não benvindo, que como todos sabemos é o marido da Benvinda... - aliás o Novotel de Lisboa teve todo ufano durante uns bons anos em cartaz a dizer essa enormidade: BENVINDO ao Novotel. Caso para dizer "Pai, perdoa-lhes, que não sabem o que fazem").
Como te tinha dito ao telefone, a ideia de passar para aqui as actas dos jantares já me tinha passado pela cabeça. A tua sugestão fê-la voltar. E que tal o dia 20 de Outubro próximo para pôr aqui a primeira? É o 11.º aniversário do início dos nossos jantares. Gosto de datas, gosto de ritos, parece-me bem.
Por falar em actas... lancei-te um repto/pedido no último jantar. Que tal retomarmos as actas e redigires tu a próxima? Estamos a pensar num jantar para o princípio de Outubro. Abraças a tarefa? What do you say? Yes or... no? (letra do "Let Me Sleep on It", Meatloaf, sorry, não resisti.)
Mantém-te por aqui, haverá novidades diariamente. E continua a comentar, que é justamente a ideia disto, manter-nos a todos em contacto. Até a Vanda (via filha, é certo) já pôs aqui um comentário!
Uma última coisa: preciso, PARA ONTEM, que me mandes um retrato teu do tempo do liceu, mesmo que não tenha sido lá tirado. Procura, e se não tiveres em papel manda-me por correio que eu devolvo escrupulosamente em dois dias - só o tempo de digitalizar. Já hojeenchi a cabeça da Isabel Campos com o mesmo assunto.
Um beijo.
Esclarecimento ao Ricardo:
Ontem, já depois de ter desligado o compudador lembrei-me de uma coisa curiosa. O Manel tinha a presença confirmada no almoço que tu organizaste no Tromba Rija, só não foi porque estava engripadíssimo. E não penses (não pensem também os outros)que era treta, eu bem lhe percebi na voz, quando ele me ligou nessa manhã, como estava aflito.
Mas isto levanta uma questão interessante. O Manel teria ido ao almoço em Leiria (Marrazes). O Manel foi à sardinhada do António no Alentejo. Será que o problema dele é basicamente geográfico?
Talvez de futuro devamos passar a reunir fora de Lisboa...
Fico (ficamos) à espera. Faz um refresh na página, vais ter uma surpresa.
Beijos MIL.
E de chás, como estamos? A Eduarda contactou-te?
Caros Amigos,
Dá-me ideia que existe um "blog" mais restrito dentro deste nosso "blog", já que não consigo ver a carrada de comentários que mencionam, nem os escritos da já famosa "Drama Queen" que, a não ser que eu seja sonâmbulo, não é um alter ego deste vosso amigo
Ricardo.
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