Do nosso tempo, claro! Hoje escolhi Gilbert O'Sullivan, que escreveu mais coisas além do Alone Again (Naturally) e do Claire. Escreveu até esta Christmas Song, vejam lá!Terão de desculpar a piroseira sem remédio que é a ilustração, mas eu tenho uma preguiça invencível para procurar imagens na Internet, raramente passo da primeira página de resultados. Se alguém tiver ou encontrar coisas giras, já sabe... é só enviar-me!
Adorava poder pôr aqui um cartoon delicioso que há uns anos mandei como cartão de boas festas: o trenó já a postos, as renas todas aparelhadas e o Pai Natal a pasmar para um hipopótamo no meio delas a dizer com um ar de impostor que só visto que... "Rudolph couldn't make it!"

19 comentários:
Ploooinnng!
ENA, ENA, TANTA DISPONIBILIDADE PARA O BLÓGUIOO!
Alien...
DESCULPEE?
Ploooinnng!
ENA, ENA! TRÊS DIAS, DOIS POSTSS!
Calinda mújica, menina Tereja.
Inté me vieram aj lágrimaj aojolhoj.
Alembrei-me de um cumbíbio do lixeu, numa tarde de xábado. Tudo àjecuras e umaj lujej pxicadélicas, menina Tereja. Coija mai linda!
Era por ejta altura (altura do Natal) e eu estava apaixonado por uma das noxas colegaj (num bou dijer o nome porque eu xou um gentelemén)e de repente comexam os chlous com esta mújica. Ai menina Tereja, num queira xaber. Corremoj para oj braçoj um do outro e muito agarradinhoj danxámos até comexar outra vez o xeike!
Xim eu xei
que tudo xão recordaçõej.
Xim eu xei
É trijte biber dilujões
Poij tu fojte
A maij linda hijtória de amor
Que um dia me acontexeu
E recordar é biber!
XÓ TU E EUU!
A querida Amiga tenha paciência...
Ou hão de ser extra-terrestres ou hão-se ser polícias (eu diria mesmo, GNR) fora de moda... Não há praga que lhe não caia em casa!
E NÃO SE PODE EXTERMINÁ-LOSS?
Querido Xívico Anacleto,
Não há dúvida de que o meu amigo chegou, viu e venceu! A força evocativa do seu comentário é poderosa - não para mim, que nunca fui a qualquer convívio do Liceu, mas certamente para muito boa gente que aqui espreita sem comentar, que o número de visitas no contador do blóguio é eloquente.
O xeike!!! Já nem me lembrava disso! Bem haja! Só por sua causa, ponho aqui hoje essa música que tanto lhe fala à emoção, mesmo interrompendo por um dia a quadra natalícia...
VÍTOR ESPADINHAA!
Caro Anónimoooo,
HÃO-DE ser o que o meu amigo quiser, mas este extraterrestre (que não leva hífen, tem a certeza de que andou no mesmo Liceu?) é-nos muito querido. A mim, pelo menos, é - mesmo que aqui e ali tenhamos as nossas divergências.
Já o agente da autoridade, debaixo daquela capa empedernida, acaba de se revelar um ser sensível. Já vê que não posso concordar consigo, mesmo agradecendo penhorada a preocupação...
- ...
- É o Sr. Matos Maia?
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- Posso dizer a frase?
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- Música da Teresinha deixa a gente mal da pinha.
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- Posso pedir o disco?
- ...
- Queria ouvir os "Pauliteiros de Miranda" do Trio Odemira.
- ...
- Posso dedicar?
- ...
- Queria dedicar ao meu primo Aliano que anda lá por fora, ao tio Anacleto da Esquadra de Santa Marta e a um anónimo que não posso revelar, mas que ele sabe que é para ele.
- ...
- OBRIGADOO!
Os "Pauliteiros de Miranda" está riscado, tem sido muito pedido. Mas pode escolher entre "A Noiva", "Anel de Noivado", "Apita o Comboio" e "Soleado".
A frase para amanhã é "Rádio Vitória, quem lá vai é bem servido e sai sempre bem disposto".
BOA NOITEE!
A difeciente cuncurdância do sugeito com o prodicado é um erro abitualmente cumetido na nossa lingua.
Note-se que se o sugeito se incontra no númaro singular, atão o prodicado deverá-lo acumpanhar no númaro e ser porferido ingualmente no singular. Inxemplificando:
"A gata orinou na rua" - CURRECTO
"A gata orinaram no tapete" - IRRADO (E PORCA)
Já se o sugeito invereda pelo númaro plural, têramos que ubrigar o prodicado a esse mesmo plural.
Inxemplifiquemos:
"Os sóis ofusquem-me" - CURRECTO
"Os sóis é só um" - IRRADO
Açim sendo, na frasiologia "Os Pauliteiros de Miranda está riscado" viola-se o prinssípio bázico da cuncurdância atraz esposto.
"Os Pauliteiros de Miranda está riscado" - IRRADO
"Os Pauliteiros das Mirandas estarem riscados" - CURRECTO
Édito Estrelar
Ploooinnng!
TÁ TUDO DOIDOO!
Lá andar no liceu andei mas as notas a Língua Portuguesa nunca foram grande coisa!
REFORMA EDUCATIVAA!
Muito boaj noitej buj dê Deuj!
Pencho que a Menina Tereja quando me chama Xívico num está a gojar com a minha pronúnchia, ora não? Eu num xou xívico, sou xívico; com chê e não com xij. Deve de ter xido um lapxo, com toda a xerteja.
Também lhe queria agradexer, Menina Tereja, a mújica que hoje toca aqui no blóguio. É uma das mújicas da minha bida.
E tenho pena de que nunca tenha ido a um cumbíbio do lixeu. Tenho a xerteja de que xe teria dibertido muito, como nój todos, aliáj.
Foram unj beloj tempoj. Xe eu comexar a puxar pela memória, pode xer que tenhamos muita cumberxa aqui para o blóguio. É xó eu comexar-me a lembrar de coijaj daquele tempo...
E até fora dos cumbíbios habia coijaj com gracha.
A BER BAMUJJ!
Caro Excrever bom purtuguês... (Édito Estrelar):
Tem o amigo muita razão, agora reparo! Mas que quer? Cá a rapaziada da rádio não se fez famosa por falar bem português (quanto mais escrever...), antes pelo contrário.
Mas temos outras qualidades!
Dedicado à ouvinte D. Maria Albertina, aqui vai uma grande canção desse agrupamento lendário, o Trio Odemira: "Anel de Noivado".
TELEFONIA É ALEGRIAA!
Ploooinnng!
E ISSO É ALGUMA MÚSICA DE NATALL?????
Se hontem esplanámos cunsiderações sobre o númaro (singular e plural, se a limbrança vos não atraissoa), pareçe-me opurtuno trazer agora há culação a questão do géniro.
Como todos devieis saber, cuntrariamente ao númaro (que são dois), os géniros são três, a çaber: mascolino, femenino e duvidoso.
E pergunteis-me: mas como cunstatar se uma palavra é mascolina, femenina ou duvidosa?
Ora bem... pudemos seguir diverços caminhos:
1) Primeiramente, deve-mos ter a porcepção de que quase tudo que acaba em "o" é mascolino e que quase tudo que acaba em "a" é femenino. Por inxemplo: "femenino" é mascolino e "masculina" é femenina (tão a acumpanhar?).
2) Segundamente, e por ixistirem algumas palavras que não turminam em "o" ou "a", é preçiso ver para donde eles foram. Giralmente, o "o" e o "a" traslocam-se por apócupe (esplicarei este termo mais tarde)para o iníssio da palavra, dando orijem ao que todos bem cunhecemos como artiguios.
Inxemplifico com os termos
"rede" e "balde": rédea ---> a rede (logo, femenina); baldio --> o balde (logo, mascolina).
3)Por fim, caso subscitam dúvidas, puderemos sempre emaginar se a palavra em apereço se aplica a um maxo e/ou tem um aspeto víril (mascolina) ou se, pêlo cuntrário, se aplica a uma fêmia e/ou tem aspeto sinsível (femenina).
Nova inxemplificação: tá-se mesmo a ver que "bacamarte" é mascolino e que "paz" é femenina.
Únicas escepções a este queritério: "pilinha" (femenino) e "pipi" (masculino).
E pergunteis-me, agora: e o géniro duvidoso? Pois vem isto a talho da foisse da entervenção da Sô Dona Maria Albertina. Noteis que ela epliugou o seu discurço com um "Obrigado"? Pois bem...
"Maria Albertina agradesse com obrigadA" - CURRECTO E FEMENINA
"Mário Albertino agradesse com um obrigadO" - CURRECTO E MASCOLINO
"Maria Albertina agradesse com um obrigadO" - DUVIDOSA
Recetivo a questões sôbre o bem excrever purtuguês, returnarei súbito.
Édito Estrela
r
r ???
Já conhecia o JRS a escrever "Ur" por "aaa". "r" é demasiado sibilino para a minha parca inteligência!
DECODIFICADORR!
É o sono: quis escrever "descodificador", desculpar-me-ão.
Respostas em atraso serão dadas amanhã. Ou talvez não...
CAPRICHOSAA!
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