sábado, 23 de fevereiro de 2008

S.O.S.

António, a minha vida está nas tuas mãos!

9 comentários:

Anónimo disse...

Está???
Prepara-te... vais morrer!
António

Anónimo disse...

Ploooinnng!

AGORA É QUE ISTO ESTÁ BONITO! PARECE O "SIMPLESMENTE MARIAA"!

Anónimo disse...

Então os Amigos não nos querem contar o que se passa? Acho que estamos todos em

POLVOROSAA!

Anónimo disse...

Pshiu! O anónimo sou eu, não és tu!

Teresa disse...

Começo a achar que tenho de pôr aqui no blóguio uma daquelas engenhocas de tirar senhas com números. Para os anónimos.

ESTOU A ESCREVER-VOS DO ALÉMM!
A CULPA É DO ANTÓNIOO!

Anónimo disse...

Não se mexa! Fique aí, seduza o Cleto e retenha-o consigo.
Vou já mandar cortar as ligações da internet entre a Terra e o Além...

Teresa disse...

Olhe que isso parce-me tarefa mais a gosto da Excelentíssima Senhora Dona Candidata!

CONTINUO NO ALÉMM!

Anónimo disse...

Boaj tardej.

Ejtou muito preocupado com o último pojt da Ejxelentíxima Xenhora Dona Administradora do Blóguio e, xobretudo, com o primeiro comentário (primeira treta, como por laracha a Menina Tereja lhe chama) ao mejmo.

A Menina Tereja nunca maij deu notíxiaj a não xer no tal pojt xuplicante, dirigido a um tal de António a dijer a ejte último que a bida dela, Menina Tereja, estaba naj mãos dele, António.

Poij logo a xeguir entrou um anónimo a dijer à Menina Tereja que ela ia morrer, xe eu bem perxebi.

Ora ijto parexe-me um cajo de políxia; qualquer coija entre a ameaxa contra a bida de terxeiroj e o homíxídio na forma tentada e, ejpero eu - ejperamoj nój todoj - que num conxeguida.

Menina Tereja: xe ainda estiber entre oj biboj, como ejpero, ejtimo e dejejo, a Menina diga-me alguma coijinha para eu poder actuar ao níbel doj conheximentoj que tenho dentro e fora daj políxiaj.

Xe, por um mero, trijte e dejafortunado acajo a Menina já fenexeu e é o Criador que nejte momento ejtá a tomar conta da xua alma, a Menina mande-me uma menxagem do além, xeja por que forma for (talbej atrabéj da ejxelentíxima Xenhora Dona Tereja Guilherme ou, xei lá, da Ejxelentíxima Xenhora Dona Linda Reij, que axim como encarna a Pomba Gira e a xaudojíxima Leidi Daiana, também poderá encarnar a Menina Tereja ou por qualquer outro meio que a Menina Tereja tenha por maij conbeniente - fáqueche, telefone ou imeil - porque aqui lhe faxo a jura xolene de que perxeguirei o xeu ebentual homixida - ou ebentuaij homixidaj, xe tiber xido maij do que um - até o ou oj encontrar ou até a minha alma encontrar a xua, Menina Tereja, no Xéu onde xertamente a xua alma ejtará - o meu único problema não xão oj meuj pecadoj que num teho lá muitoj nem oj tenho lá muito grandej, berdade xeja dita, maj é a minha falta de jeito para a mújica e as dorej que tenho naj crujes, aquelaj porque num bejo jeitoj de conxeguir tocar aj liras ou lá como xe chamam aquelej injtrumentoj que parexem oj cornoj de unj boij que xe criam um bocadinho para xima de Abrenúnxio e que xe chamam mirandejej ou barrojõej ou lá o que é e que têm umaj cordaj no meio - num é oj boij, é oj taij injtrumentoj - e depoij toca de dar aoj dedoj que até debe de fajer caloj naj ejtremidadej daj falangetaj, como tinha o Ejxelentíximo Xenhor Carloj Paredej que a ejta hora também já por lá anda agarrado ao tal injtrumento - num xejaij maldojoj que boj ejtou a falar de coijaj xériaj - a dedilhar, a dedilhar, dijia eu que um doj problemaj xerá ejte e o outro é como é que eu, com aj taij dorej naj crujej, bou aguentar o pejo daj ajaj, por muito lebej que xejam, já para num falar de ter de andar de camija de dormir e de péj dejcalxoj, o que me fará muita confujão, a camija de dormir por cauja de andar, com boxa lixenxa, com aj partej pudibundaj a dar a dar que é uma coija que num me parexe nada bem, xobretudo xe paxar alguma anja jeitoja - ia dijer boajona maj acho um bocado ordinário utilijar ejte termo aqui no blóguio - por perto, porque xe podem originar xituaxõej embaraxojaj e a camija de dormir deixar de me cair bem, como dijem aj xenhoraj quando um fato que ejtão a probar xeja naj modijtaj, xeja naj lojaj, não lhes axenta como elaj gostariam, ijto é, num as faj maij magraj nem maij nobaj do que aquilo que elaj xão; também num xerá muito agradábel que uma anja maij belhota ou menoj dotada pela natureja paxe por baixo de mim e bote oj olhoj para xima e beja o que num debe e aquilo a que, aqui boj juro, nunca bai ter direito, mejmo xe fora a última anja do Xéu; quanto ao andar dejcalxo, o problema é que eu tenho umaj plantaj doj péj muito mimojaj e mejmo xabendo que aj nubenj do Xéu xão feitaj de algodão e portanto fofaj e que oj canídeoj da xidade de Lijboa debem de ter um xéu à parte para num andarem a conjpurcar o ambiente como conjpurcam oj paxeioj dejta bela xidade que xó num é maij bonita porque oj xeuj habitantej e oj que para cá bêm durante a xemana trabalhar ou fajer que trabalham a num ejtimam como ela merexe, mejmo axim, dijia eu, tenho medo de pijar algo que num deba e magoar - já aprendi que num xe dij aleijar - oj meuj ricoj pejinhoj e agora bou finalmente fechar o parêntejij que abri lá para xima, debendo ejte "entre parêntejij" xer o maij longo da hijtória dejte blóguio o que, a ejtar a Menina Tereja ainda entre nój, ainda entre os que bibem ou oj que sobrebibem, lhe debia merexer uma referênxia ejpexial, quixá, mejmo a propojta para figurar na próchima edixão do libro Guinéche doj recordej por forma a Portugal ficar nexa obra ímpar ainda maij bem reprejentado do que já ejtá, como por exemplo, com a maior feijoada do mundo, xerbida na maior meja do mundo, record abxoluto e ainda num ultrapaxado que foi ejtabelexido nos idoj de mil nobexentoj e nobenta e oito, aquando da inauguraxão dexa fantájtica obra chamada de Ponte Bajco da Gama que xe debe ao goberno daquele que hoje é - já me ejtou a lebantar para fajer a debidixíma, jujtíxima e xentidíxima bénia - Xua Ejxelênxia o Prejidente da República, Xenhor Profexor Doutor Aníbal António Cabaco Silba, filho do Xenhor Teodoro Xilba que tinha umaj bombaj de gajolina lá em baixo no Algarbe e a quem acujam, àquele que num a ejte, e injujtamente, já xe bê, de, quando ejtaba no Goberno, ter mandado mudar o nome da terra onde tinha najcido de Poxo de Boliqueime para Fonte de Boliqueime porque era maij fino e um Primeiro-Minijtro num podia ter naxido num poxo que era axim como xe xe estibexe a dijer que "naxeu atráj daj pedraj" e agora, então xim, bou fexar oj taij parêntejij que eu autorijo a Menina Tereja, dejde que lhe parexa bem e adequado, a propor que figurem na próchima edixão do libro Guinéche doj recordej a fim de engrandexer o nome deste cantinho à beira-mar plantado, deste noxo paíj, dejta noxa pátria, desta tão grande naxão e da correjpondente diájpora, que dejde tenra idade todoj aprendemos a amar, de xeu nome, o maior de todoj, Portugal).

Menina Tereja, aqui lhe rogo e xuplico que noj dê notíxiaj, que noj diga o que xe paxa porque tenho a xerteja de que o xeu pojt e o primeiro comentário ao mejmo tem trajido todoj em alboroxo e preocupadoj, como eu próprio me xinto.

XÍVICO ANACLETO: O BOXO GUARDA PREDILECTOO!

Anónimo disse...

Pela primeira bej na minha bida, atrajei-me e a culpar é do tal artigo de inbestigaxão que ando a redigir e que num me tem dado tréguaj (tal como o meu Chefe - ou me engano muito ou ejte ano xe quijer ter um fim-de-ano de luxo como foi o antexedente e que já boj dejcrebi, bai ter de xer à minha cujta; ejtou a ber o cajo mal-parado porque há muitoj mais candidatoj a guardaj do ano de doij mil e oito aqui na ejquadra...).

Maj a intenxão é boa e prebalexe: bá lá, Menina Tereja, fale com a Ejxelentíxima Xenhora Dona Linda Reij para que ela a encarne e noj dê notíxiaj.

XÍVICO ANACLETO: O BOXO GUARDA PREDILECTO