Ontem à noite (e tarde) enviei a todo o grupo um e-mail com indicações precisas e importantes sobre o jantar de quinta-feira. De caminho, num post scriptum, e porque me atemoriza um bocadinho andar sozinha de carro por Monsanto à noite, perguntava se alguém, no caso de eu ter motorista disponível, estaria na disposição de me levar de volta ao meu carro, no Colosso (que é como chamo ao gigantesco edifício em que trabalho), depois do jantar.
Resposta pronta:
«Querida Teresa,Vou estar, no dia 15, a trabalhar no Hospital do Barreiro até perto das 20:00. Mas estarei disponível para te ir buscar onde disseres e para te devolver onde quiseres se aceitares a possibilidade de chegar um bocadinho atrasada ou não arranjares melhor companhia.
Um beijo doRicardo.»
Melhor companhia é impossível, Ricardo!
O que torna tudo ainda mais bonito é saber antecipadamente que nem um dos outros meninos deixará de mostrar a mesma disponibilidade cavalheiresca. Knights in shining armours... Aceitarei a boleia, se não levar carro, daquele a quem o desvio causar menos transtorno.
Acho que a nossa geração rompeu o molde.


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