Old loves die hard, é o que parece...
Ou então sou só eu, uma vez mais, a fazer ressuscitar a minha vertente alcoviteira (que me granjeou no 5.º ano a alcunha de Lianor Vaz — aos mais desmemoriados: google it!).
1. A Leninha e o João tiveram namoro no 7.º ano.
2. A Leninha continua gira que se farta e uma bem-disposta de nos fazer dar-lhe logo o coração, as vísceras e tudo o mais que houver.
Destas duas premissas resulta o filme abaixo, curtinho (15 escassos segundos) mas eloquente, o João em voice off:
João (voice off — ah, já tinha dito, desculpem):
— Não, não, mas a Sô Tôra está girérrima!
A Leninha (o mais certo é não ter ouvido nada, tamanha a barulheira que fazíamos), limita-se a continuar a sorrir esfuziantemente.
O João, sempre voice off, insiste:
— A Sô Tôra... (pausa avaliadora) está girérrima! Está muito mais gira do que quando eu a namorava!... — (no tempo em que os animais falavam, penso eu com os meus botões) — Mas agora já não me escapa! Mais um quarto de hora, vinte minutos...
Curtain.
O João, sempre voice off, insiste:
— A Sô Tôra... (pausa avaliadora) está girérrima! Está muito mais gira do que quando eu a namorava!... — (no tempo em que os animais falavam, penso eu com os meus botões) — Mas agora já não me escapa! Mais um quarto de hora, vinte minutos...
Curtain.

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