No último jantar das CSTV (ver aqui), na Foz do Arelho, fomos depois conhecer a casa da Vanda. O João (marido) ofereceu-se, muito amavelmente, para confeccionar a sua aclamada paella para o nosso grupo em data a agendar. Era impossível convidar todos, evidentemente, já somos muitos. A Vanda, como anfitriã, seleccionou aqueles que lhe são mais chegados. Os 16 privilegiados com a honra de convite para sábado, dia 22, foram os seguintes (a ordem é a de antiguidade no grupo):
- António — presente!
- Manel — até teria ido, mas teve de ir ao Algarve com os pais
- M.ª João Fermisson — não respondeu ao mail convocatório nem aos telefonemas
- João Viegas — presente!
- Eunice — estava no Norte. Fez falta!
- Artur — de fim-de-semana em Barcelona. Fez falta!
- Leninha — de férias nos Açores, voltava nesse dia à noite
- Eu — presente!
- Clara — presente!
- Luís Branco — presente!
- Duarte — de férias em parte incerta. Fez falta.
- Zé Afonso — presente!
- Ricardo — tinha confirmado a presença, desculpou-se depois dizendo que ia estar um dia fabuloso para fazer asa delta. Desculpado, mas fez falta!
- João Nunes — quase-quase a ser pai pela terceira vez. Desculpado, claro! Mas fez falta.
- João Afonso — de férias nos Açores, voltava nesse dia à noite
- São — teve de ir ao Algarve supervisionar os filhos. Desculpada, claro! Mas fez falta.
Como continuo sem carro, o António deu-me boleia e massacrou-me o juízo durante toda a viagem, chamando-me estúpida e inculta das mais variadas formas. Que árvore é aquela? Enquanto foram plátanos, pinheiros ou oliveiras ainda me safei, no resto fui implacavelmente achincalhada (e ainda levei com os nomes latinos em cima). Já farta de ser humilhada, desatei a fazer-lhe perguntas que o deixaram em silêncio. Quantas sinfonias compôs Mozart? Quantas óperas compôs Donizetti? Qual foi a última ópera de Verdi? Ficámos quites.
Já o meu sentido de orientação... Pois que eu até tinha sacado do Google Maps o itinerário, tinha. Pois que não nos serviu de nada, o António perdido de riso (Mas tu já cá vieste!). A Vanda teve de ir buscar-nos à rotunda onde ficámos encalhados e perplexos (nova ronda de humilhações para mim, o António a querer que eu identificasse os arbustos vários em redor).
Estávamos nós a sair do carro quando chega o Luís Branco. «Vê lá se ele não chegou cá sozinho!», acusou-me logo o António. Errado. O Luís andava havia mais de uma hora às voltas nas estradas em redor a ver se avistava um carro conhecido, porque estava sem bateria no telemóvel e não podia ligar a ninguém a pedir orientação. Foi uma sorte do caraças ter passado ali justamente naquele instante.
Foi uma almoçarada memorável, só vos digo! Deixo aqui algumas imagens, poderão ver todas aqui.
(o João Viegas foi cuscar-lhe o fogão, parece que é coisa boa)
Não me arrependo, que é pecado resistir às trouxas de ovos da Confeitaria Machado, nas Caldas (as melhores do mundo!)
Amanhã ou depois já estarei com o peso certo

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