segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Um almoço memorável

No último jantar das CSTV (ver aqui), na Foz do Arelho, fomos depois conhecer a casa da Vanda. O João (marido) ofereceu-se, muito amavelmente, para confeccionar a sua aclamada paella para o nosso grupo em data a agendar. Era impossível convidar todos, evidentemente, já somos muitos. A Vanda, como anfitriã, seleccionou aqueles que lhe são mais chegados. Os 16 privilegiados com a honra de convite para sábado, dia 22, foram os seguintes (a ordem é a de antiguidade no grupo):

  1. António — presente!
  2. Manel — até teria ido, mas teve de ir ao Algarve com os pais
  3. M.ª João Fermisson — não respondeu ao mail convocatório nem aos telefonemas
  4. João Viegas — presente!
  5. Eunice — estava no Norte. Fez falta!
  6. Artur — de fim-de-semana em Barcelona. Fez falta!
  7. Leninha — de férias nos Açores, voltava nesse dia à noite
  8. Eu — presente!
  9. Clara — presente!
  10. Luís Branco — presente!
  11. Duarte — de férias em parte incerta. Fez falta.
  12. Zé Afonso — presente!
  13. Ricardo — tinha confirmado a presença, desculpou-se depois dizendo que ia estar um dia fabuloso para fazer asa delta. Desculpado, mas fez falta!
  14. João Nunes — quase-quase a ser pai pela terceira vez. Desculpado, claro! Mas fez falta.
  15. João Afonso — de férias nos Açores, voltava nesse dia à noite
  16. São — teve de ir ao Algarve supervisionar os filhos. Desculpada, claro! Mas fez falta.
As ausências da Leninha e do João fizeram-se sentir menos porque telefonaram durante o almoço e o telefone andou de mão em mão — até com a Catarina, filha mais velha da Vanda e do João (que brasa é a miúda!) e com o Pedro, marido da Clara, falaram.

Como continuo sem carro, o António deu-me boleia e massacrou-me o juízo durante toda a viagem, chamando-me estúpida e inculta das mais variadas formas. Que árvore é aquela? Enquanto foram plátanos, pinheiros ou oliveiras ainda me safei, no resto fui implacavelmente achincalhada (e ainda levei com os nomes latinos em cima). Já farta de ser humilhada, desatei a fazer-lhe perguntas que o deixaram em silêncio. Quantas sinfonias compôs Mozart? Quantas óperas compôs Donizetti? Qual foi a última ópera de Verdi? Ficámos quites.

Já o meu sentido de orientação... Pois que eu até tinha sacado do Google Maps o itinerário, tinha. Pois que não nos serviu de nada, o António perdido de riso (Mas tu já cá vieste!). A Vanda teve de ir buscar-nos à rotunda onde ficámos encalhados e perplexos (nova ronda de humilhações para mim, o António a querer que eu identificasse os arbustos vários em redor).

Estávamos nós a sair do carro quando chega o Luís Branco. «Vê lá se ele não chegou cá sozinho!», acusou-me logo o António. Errado. O Luís andava havia mais de uma hora às voltas nas estradas em redor a ver se avistava um carro conhecido, porque estava sem bateria no telemóvel e não podia ligar a ninguém a pedir orientação. Foi uma sorte do caraças ter passado ali justamente naquele instante.

Foi uma almoçarada memorável, só vos digo! Deixo aqui algumas imagens, poderão ver todas aqui.

O João na fase inicial da sua obra de arte
(o João Viegas foi cuscar-lhe o fogão, parece que é coisa boa)

António, Catarina (é ou não é uma brasa? Fiquei cheia de vontade de lhe roubar a camisola, que era uma tara) e Pedro, marido da Clara

O artista e a sua obra-prima
(e olhem que eu nem era grande fã de paella. Estou convertida!)


Yummy!



António e o Pedro (que eu desconfio que andou no Camões e não se lembra, de tal maneira se integrou no nosso grupo de tontos)

Pois que aumentei um quilo certinho, confirmado pela balança
Não me arrependo, que é pecado resistir às trouxas de ovos da Confeitaria Machado, nas Caldas (as melhores do mundo!)
Amanhã ou depois já estarei com o peso certo

Pedro e Clara. Não fazem um casal encantador?

Vanda, João e Nuno, os anfitriões.
Conhecemos o Nuno com um mês, no almoço no Tromba Rija, em 2001

Pedro, António e Zé Afonso

Os tintos tinham 14,5º, caramba!
E quero um fato de banho igual, se faz favor!

O Luís e o Nuno ficaram grandes amigos




A São fez-nos falta!

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