quinta-feira, 12 de outubro de 2006

And now, for something completely different...


Último dia de aulas do 6.º ano, as Quatro Terríveis já mais crescidinhas, já com 15 anos, acompanhadas da Carmo, pouco caridosamente alcunhada de Pileca pelo Duarte. As razões saltam à vista. Tenho a remota lembrança de ser muito boa rapariga.

Ninguém conseguirá descobrir o paradeiro da São?

Foto do Duarte ou do Luís Filipe, já não me lembro
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24 comentários:

Anónimo disse...

Amiga Cindy Calista:

Que tal dispor-se a fazer uma espécie de sunset parties antes dos jantares por forma a que os mais necessitados pudessem
entregar-se nas suas mãos para que lhes tratasse devidamente das respectivas extremidades distais?

Se tiver um curso de reflexologia, eu sou dos primeiros a inscrever-me (ainda que, como tem sido hábito, motivos de agenda possam, posteriormente, impedir-me de participar no ágape).

Olhe que ainda fazia uns dinheiritos! E depois, sabe como é... Se o seu trabalho for bom, não deixaremos de o divulgar... Estamos prontos a ajudar quem precisa!

Pense nisso, tá, Fofa?

Teresa disse...

Pedido a todos:

Como vêem, acaba de ser publicado novo post. Caso alguém queira dar continuidade a algum comentário do post anterior, agradeço que o faça aqui, para mais rápida consulta.

Um beijo a todos.

Anónimo disse...

Várias coisas sobre este post:

1.Pode ser Alzheimer, pode ser só PDI, mas não faço a mais pequena ideia de quem é a caramela de azul que está à esquerda da Teresa... Carmo? Pileca? Ná...
2.Teresa Leandro: conheces um programa informático chamado Photoshop; dizem que faz maravilhas. É que, não tarda, ainda tenho que levar com fotografias do Reitor ou do Sr. Pires (o Chefe Máximo do Pessoal Mínimo)por, inadvertidamente, terem ficado dentro de ângulo, no momento do disparo...
3.As vossas toilettes não podiam ser mais up to date.
4. Boas férias grandes (ainda alguém se lembra???)!!!

Anónimo disse...

Amigo MSP:

Eu aos jantares não acho grande graça, a não ser que por lá pudesse encontrar assim um senhor que me ajude. Há disso no vosso grupo?

Também lhe devo dizer que me gabo de ter uma freguesia seleccionada e de só fazer deslocações a domicílio mediante pré-pagamento. Cursos disso que diz não faço, mas é questão de me informar, que eu gosto de estar sempre actualizada.

Eu é mais mãos e pés. O meu preçário é o seguinte (preços com IVA e já incluído o suplemento de deslocação de 15% para Lisboa):

Pés – normal: 45 €
– à francesa:53 €

Mãos – normal: 30 €
– francesa: 40 €

Massagem (opcional): mais 10 €

Aceito numerário, cheques visados e senhas de refeição. Passo recibo para efeitos fiscais. Gratificações àparte.

Ao seu dispôr.

Nota: preço das deslocações para fora de Lisboa a combinar.

Anónimo disse...

Temendo que a Exma. Senhora D. Drama Queen possa não as ter lido, aqui volto a publicar as humildes palavras ditadas por este meu indomável e revolto coração!




Ex-Saudosa Rainha dos Meus Momentos Livres e de Todos os Outros que completam a Minha Existência (também assumida Drama Queen):

Desde a tua primeira intervenção que qualquer coisa neste planeta azul, e em todo o Universo, se transfigurou, pelo menos, para mim. E era, por isso, quase insuportável a dor da tua ausência.

Saber-te por aqui sem saber onde, sentir-te perto e, contudo, não estar certo de que por aqui andavas, ah!, Rainha do Drama, Rainha dos Meus Dramas (mas também de todos os meus Actos), tem sido duro de mais.

Pois agora, depois de teres voltado a
sorrir-me, já na noite vai nascendo a Estrela da Manhã, prefigurando a luz gloriosa do novo dia, da nova era, do novo tempo.

Arrojo-me a teus pés, Senhora de Mim todo!

Adam Blinkingeye

Teresa disse...

Respostas diversas:

Ao Manel:
É natural que não te lembres da caramela de azul que está ao meu lado. Era da minha turma (e da Clara e do Duarte) de 6.º e 7.º anos. Faltava bastante às aulas. Não me lembro do apelido, nunca mais a vi.

Bem gostava eu de ter um retrato em que aparecessem, ainda que de relance, tão saudosas personagens. O Reis, aliás, ficou com um respeitinho de monta ao Duarte a partir do dia em que ele o levantou pelos colarinhos da bata, e depois desse dia fatídico passou a ser só amabilidades. Só faltava estender-nos a passadeira encarnada!
Também gostava de ter registo fotográfico do Sr. Gonçalves da Paplearia e da Sr.ª Maria e do Sr. Amândio.

Boas férias grandes? Lembro-me da resposta de pasmar do (...) do Mendonça quando no fim do 7.º ano lhe perguntei o que ia fazer nas férias. Vou até Itália rever as minhas concepções de Arquitectura Renascentista. Nem encontrei nada para replicar, limitei-me a achá-lo um anormal. Hoje, trinta anos volvidos, ainda o acho mais anormal. E ainda por cima tenho pena dele, por não ter vivido aqueles anos como nós. E porque nunca poderá recuperá-los.

Ao António:
Também acho isto um bocado despropositado. Mas enquanto se mantiver nos limites do decoro não intervenho.

Anónimo disse...

Para o Adam.

Como já me tratas por tu e eu sou muito sensível a essas coisas, cá vai: Olha filho, devo-te dizer que nunca me escreveram coisas tão bonitas. Até já as imprimi e ando com o papel na carteira, que a gente sempre gosta de fazer figura ao pé das outras.

Mas agora a sério. Já percebi que não tenho a vossa cultura, mas de parva não tenho nada. Cá para mim estás a entrar comigo e acho isso uma falta de respeito. Já percebi que o teu nome só entrou quando eu postei aqui. Aposto que vocês são todos formados. Eu não sei escrever como vocês. Acho que não dou erros, tento ler o mais que posso, e às vezes apanho cada frete.

Acho que é melhor ler as vossas conversas de longe sem entrar nelas. Achei muita graça ao teu primeiro post e respondi a rir. A vida pode não me ter tratado bem mas eu ainda acho graça às coisas. Este deixou-me desconfiada.

Anónimo disse...

Exma. Senhora D. Drama Queen:

Volto propositadamente ao tom mais formal com que, pela primeira vez, me dirigi a V. Exa. (porque respeitoso sempre fui e quis ser em qualquer delas).

Surpreendeu-me dolorosamente a resposta que acabo de ler.

Por formação, por convicção e por decisão, nunca me atreveria a, na mais ínfima fracção de tempo, pretender insultar V. Exa.

Achei-lhe graça, é um facto… Não pude ficar indiferente ao encanto de alguém que entra numa discussão da maneira airosa e grácil como V. Exa. entrou naquela que, neste blog se ia tecendo. E esse encanto, essa graça, tomaram de surpresa, confesso, este lobo solitário que, nos últimos tempos, tenho sido.

Terá percebido, não duvido, que este blog é de e para uma série de gente que, nos idos tempos do liceu (hoje chama-se escola secundária) criou alguns laços. Alguns desses elos são, como se comprova, fortes e duradouros e até a vida, tantas vezes madrastra, contra eles nada pôde.

V. Exa. terá percebido, Minha Senhora, que nos une uma sã amizade, uma fiável solidariedade e uma enorme, imensa, infinda vontade de nos rirmos de nós próprios, de não nos levarmos a sério.

E isto tem-se verificado, sejamos ou não formados (somos todos bem formados mas nem todos somos licenciados…), quer a vida nos tenha tratado bem ou destratado, quer nos tivéssemos visto ontem ou não nos vejamos há anos.

Pesa-me, dói-me mesmo, que V. Exa. tenha, em algum momento, suspeitado de que eu estaria a tentar humilhá-la mas, ainda assim, genuflicto perante Vós e peço perdão (que espero me conceda) por aquilo que considerou uma ofensa (que eu nem sequer tenho categoria para Vos inflingir, Minha Senhora).

Junte-se a nós, seja bem-vinda (se, como parece, vem por bem) e ria-se connosco, de nós. Tenho a certeza de que saberá, um dia, apreciar-nos e, até, achar-nos graça.

Novamente me ajoelho a vossos pés, rogando, Minha Senhora, que aceiteis os meus respeitos.

Adam Blinkingeye

Anónimo disse...

Já chorei a rir com a resposta renascentista do Mendonça (A. E. Raymundo com Y da S. Mendonça, se bem me lembro)!

De que outra resposta podias estar à espera? Sim, que outra resposta faz sentido a uma pergunta como a tua?

O pior (ou o melhor...) é que consigo, na perfeição, imaginar o teu estado de catatonia perante tão evidente resposta. Oh, Teresa! (É este "oh" ou deveria ser "ó"???)

Vejo-te a fechares a boca em slow motion, a rodopiares sobre os mocassins e a ires ou para o pé do Duarte ou das tuas Amiguinhas, num estado, primeiro de torpor e, depois, de imensa agonia, entre o vómito iminente e o riso absolutamente incontrolável...

Eu próprio estou farto de me rir incontrolavelmente...

E não tenho pena nenhuma dele...

Em 1986 encontrei-o na tropa. Por obra e graça de conhecimentos vários, que teria, conseguiu safar-se ao fim de dois ou três dias, numa altura em já era objecto da chacota de todo o quartel. Não tinha, pelo visto, aprendido nada com a Vida mas, estou certo, a Vida também não terá, até hoje, aprendido nada com ele.

Teresa disse...

Manel,

Depois daquele funesto episódio ainda tive uma amarga experiência com ele (Mendonça). Correria talvez o ano de 1984 ou 85 - não me lembro, o trauma deve ser forte. Encontrei-o à noite no pior lugar para se encontrar uma pessoa como ele. A FEIRA DO LIVRO. Eu já tinha feito algumas compras, ele deve ter achado (depois de investigá-las) que eu não devia ser de todo retardada - antes achasse.

Em menos tempo do que leva a dizê-lo, dei comigo a levar com uma chuva de convites para manifestações culturais supinamente interessantes. Até poderiam ser, não fora o óbice de ir como acompanhante dele. Thanks, but no thanks.

Exposições, colóquios, workshops e o diabo a sete. Fiquei azamboada. Só esperneava em surdina com os meus botões tirem-me daqui! Nunca mais o vi. Graças a Deus. Espero que os anos lhe tenham dado perspectiva. Bem sabemos que não podem dar-lhe o que perdeu - e que nós todos tivemos.

Anónimo disse...

Estão todos tão sossegadinhos....
O que se passa?
Porque não dizem nada?
Vá lá, animemos isto...

Anónimo disse...

Menino Toninho:

A redacção é quase brilhante mas denota uma imaginação prodigiosa e, como tal, perigosa.

Meninos que escrevem a eles próprios?

Meninos que são meninas?

Meninos com mais do que um nome?

Não sei onde é o que Menino Toninho vai buscar estas ideias...

Não é de admirar, pois, que, no recreio, o veja sempre sozinho: os outros Meninos acham-no um bocadinho estranho.



Nota: 16 valores


Assinado: Prof. Sorpri Mário

Teresa disse...

POis eu cá dou 20 valores ao ARS e ao Prof. Sorpri Mário. As duas faces da moeda e duas pessoas muito especiais, que a brincar espelham realidades.

Anónimo disse...

Para o Adam.

Agora é muito claro para mim que não tenho a vossa cultura. E não tenho a vossa vida. Pus-me a ler as coisas que escreveram aqui. Vocês acham graça a coisas que eu não percebo nada. Tu és um deles. Ou o ars ou o msp. Acho que és este.
Tentei perceber melhor quem eram vocês e encontrei outro blogue desta Teresa que parece que faz a gestão disto. Tenho pena de não saber inglês para ver o filme que ela fala. Acho que ia gostar.
E acho que estivestes a gozar comigo.

Anónimo disse...

D. Teresa:

Tocou-me tanto este seu depoimento como a terceira vez que vi, no grande écran do Tivoli, o Música no Coração.

Estou absolutamente "ESPUTEFACTO" (não é gralha: honni soit qui mal y pense).

Cumprimentos prazenteiros do

Prof. Sorpri Mário

Teresa disse...

Querido Prof. Sorpri Mário,

Wrong time, wrong movie.

Para começar. li o seu post logo a seguir ao da Drama Queen. Que me tocou.

E tenho a força das minhas convicções. Nunca renegarei o Música no Coração - devo ser a única pessoa à face da Terra que chora como uma Madalena até (ou principalmente) nos momentos mais alegres. Até tenho duas versões do filme. Comprei a segunda por ter documentários extra. Até malhei com o rabo em Salzburg, nos Mirabel Gardens ou lá como se chamam, que era Fevereiro e aquilo estava coberto de neve - foi um tombo monumental e o Victor ainda hoje ri a contar a história. Como sou boa pequena não dou troco, e a coisa fica-se por aqui. Climb Every Mountain...

Anónimo disse...

Exma. Senhora D. Drama Queen:

Lastimo, deploro, mesmo, que persista a ideia de que pretendi, em algum momento, ridicularizar V. Exa.

Pelo que fica exposto, pela amargura e dor que vossas palavras declinam, tomo por impossível de alcançar o objectivo de vos convencer do contrário.

Como já pude dizer-vos, achei encantadora a diáfana frescura com que interviestes neste blog e sim, é verdade, fiquei preso desse e a esse encanto.

Os meus intentos para me aproximar de vós, Minha Senhora, foram mal interpretados e, em consequência, mal sucedidos.

Sumir-me-ei, por isso, na bruma blogosferal, até ao momento, se em algum tempo ele chegar, em que alguém inspire em mim o sentimento de graça que vós me infundistes.

Uma coisa vos rogo, porém: não caiais na torpe ofensa de denegrir a minha identidade. Ostento, com orgulho, o apelido dos meus antepassados irlandeses e não creio merecer, até por já me ter retractado e suplicado o vosso perdão, que duvideis do heróico sangue que me corre nas veias e do bom nome que, com pundonor e altivez, carrego.

Prostro-me, pela última vez, a vossos pés, Minha Senhora, para vos apresentar os meus respeitos.


Adam Blinkingeye

Teresa disse...

Ao Rev.º Padre Egas Vaz:

O Sr. Acto de Deus telefonou-me ontem. Diz que anda assoberbado de afazeres, mas tem espreitado este bloco - até já tinha visto a Lalita. Fica para breve uma intervenção. Só não sei se ainda irá a tempo para a quermesse da paróquia.

Sua irmã em Jesus Cristo, etc.

Anónimo disse...

1,2... experiência!

Anónimo disse...

Tá lá????

Teresa disse...

Caro anónimo, isto é um espaço para escrever, não um telefone. Mas estou aqui, sim.

Anónimo disse...

Eu k até não keria ser anônimo, ó lá komo se dis mas não sei butar o nome nesta faladura rulante porke sou o filho do Sr. Salvador e ele é k salembrou k eu pudia ká vir kele anda desmasiado engastado derivado aos negóssios da merçearia k andam a korrer mal nas partes dos inchidos :( ke é o Dr. Sókrates k tem a kulpa desde k inventou o Simplex k não ubriga a por tripa no choriço e akilo é uma estragassão k só Deus sabe e ele inté me diçe ó Dórinho tu k já tás kuase no C+B e tivestes infrumálika à eskola é k pudias de ir dirijireste ós sinhores simpátikos katé inviaram uma menssage pa eu lá ir falar com eles e çempre mintreti-nha á vês dir aos xats e repreçentava o a ele e é por isso k tou aki :) e se os sinhores kiserem vou dando as nuvidades lá da loija e do meu pai e outras koisas keresse dizer senão inkumudar muito porke eu sei kisto é karo e cada linha kusta kuase 1 eurio hà Dona Teresa k é muito menos em konta k os sêlios de karta mesmo em korreios azuis mas á muita fé lá em kasa ke o eromulhões nus ade bater há porta komo o Sinhor da Inspessão Ecunomica k na seista feira foi de dar kom a arka xeia de linguissas kom bolór e as alheiras acedas e prontos fikamos açim e fikam komprimentos pa esta jentinha toda do çempre dizpunivel Salvador d'Almeida (Jr.)

Anónimo disse...

Caríssimos:

Antes de mais, peço a Deus para que a Paz de Cristo desça sobre vós!

Como já vos disse, tenho o tempo maioritária e quase totalmente tomado pelo meu trabalho pastoral mas sou incapaz de resistir a vir dar uma olhadinha ao bloco (Santa Virgem das Virgens rogai por nós!).

E parece-me, Queridas Irmãs e Caríssimos Irmãos, que o Mafarrico, ele mesmo, com falinhas mansas e pezinhos de lã, como é seu apanágio, vos vai atraindo para os negros abismos donde não há volta, para os profundos e iníquos desfiladeiros onde labaredas e anjos negros coabitam, numa orgia de Mal e de Pecado.

Primeiro, aquele caso desconexo dos dois estrangeiros que aqui vieram cair, sem que eu ou qualquer de vós (assim o creio, pelo menos) saiba como. Quem são? O que pretendem? Porque se expõem perante
nós – que não os conhecemos de lado nenhum – de forma tão indecorosa? Que teremos nós a ver com os desvarios que lhes afligem a cabeça e as carnes (sim… não me venham falar em coração e, vade retro, muito menos em alma)? Não teriam eles outro qualquer veículo, ainda que fosse outro bloco (Todos os Santos Anjos e Arcanjos rogai por nós!) onde pudessem afogar-se nas enxúndias próprias, sem perturbar os que trilham, em Paz, o caminho do Senhor, o caminho da Vida Eterna? Esperemos que o irlandês cumpra o que prometeu na sua última intervenção e desapareça de vez deste bloco (Todos os santos Patriarcas e Profetas rogai por nós)! Ser-nos-á restituída, ainda que parcialmente, a Paz que já foi nossa!

Depois, aquela redacção, toda ela a apontar caminhos de pecado: usurpação de personalidades e de identidades, ligações indecorosas e depravadas entre pessoas do mesmo sexo, relações fora do casamento entre pessoas de diferente género, promiscuidade, vislumbre, fugaz embora, de práticas incestuosas, linguagem licenciosa, enfim, a luxúria e a devassidão, Sodoma e Gomorra em versão bloquista (Todas as Santas Virgens e Viúvas rogai por nós). E foi Jesus Cristo que disse: - Deixai vir a mim as criancinhas! Presumo que no Seu tempo, as crianças eram verdadeiramente crianças e não aberrações genético-ambientais como aquela que, também sem que saibamos porquê, resolveu, insidiosamente, expressar neste bloco (Santo Gervásio e Protásio rogai por nós) opiniões que deveria manter só para si.

Por último, a tristíssima intervenção daquela outra com nome de presente de Natal para meninas (e de presente dispendioso de todos os dias ou, melhor, de todas as noites, para meninos), que, queirosianamente, deixa entrever sob o diáfano manto de uma profissão honrada, ainda que de fama duvidosa, a nudez forte e rasca de uma ocupação bem menos honrada e, mesmo desonrosa, desta feita, de má, certa e indesmentível fama.

Estarei amargo, hoje. Provavelmente por ser sexta-feira, dia 13. Verdadeiramente, não sou supersticioso. Não posso sê-lo. Mas, como muito bem dizem alguns dos nossos vizinhos:

“- Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!”

Que este bloco (São Cosme e São Damião rogai por nós) e todos os que nele participam e a ele acedem sejam iluminados pela Luz da Salvação.

Quedai-vos na Paz de Cristo.

Pe. Egas Vaz

Teresa disse...

Menino Dórinho:

Confesso que neste momento até os dedos se me embargam de imoção no teclado, tamanha e tão grata surpresa foi o seu post. Pena que não seja o senhor seu Pai, de quem temos tantas saudades, a escrever-nos (não desfazendo). Claro que o menino é e será sempre bem-vindo.

Só uma coisa: ortografia à parte há uma coisa pela qual tenho uma embirração intransponível. Os seus k em vez de q. A minha sobrinha Marta, de 13 anos, está formalmente proibida de usar tais enormidades comigo quando falamos no Messenger ou no Skype. Mal lhe escorrega um k eu escrevo logo Adeus, Marta e ela arrepia caminha a toda a pressa com um contrito Tá bem Tia. Eu faço de conta que não dou pelo tá e pela ausência de vírgula, que demasiada rigidez é contraproducente.

Diga ao seu Paizinho que lastimo os reveses no negócio e que talvez ainda vá a tempo de se juntar à menina Lalita e ao Sr. Carvalho no curso de formação rápida que estão a fazer.