sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Adeus, Quinze Anos

Desculpem a possidoneira do título deste post, não resisti. Porque era o título de uma série francesa que passou na televisão lá pelos nossos doze (ou seriam treze?) anos. E porque neste retrato eu e a Vanda ainda tínhamos, de facto, quinze anos. Último dia de aulas do 6.º ano, Junho de 1976, no INATEL (antiga FNAT), tínhamos ido assistir a um jogo dos meninos, já não sei se de andebol ou de futebol. E eu nem sonhava que durante muitos anos viria a morar mesmo em frente. Vizinha do Vergílio Ferreira, que continuei a ver até Março de 96, quando morreu. Ainda me dá um apertozinho na garganta só de o lembrar. Devo-lhe tanto!
Feito o interregno saudoso, vamos a coisas mais prementes.

Meus amigos, dêem-me uma ajuda. É que eu não tenho a noção (não Manel, não é a noção da vírgula, nem a noção da salada – private joke). Preciso de saber ao certo quantas pessoas visitam este nosso blóguio. São tantos os pseudónimos que eu já me perco. Pode a mesma pessoa escrever aqui com diferentes nomes, tem acontecido. Tenho suspeitas sobre algumas identidades, certezas é impossível. Pode haver quem venha espreitar e não participe. Não sei nem desconfio. É por isso que peço que, quando lerem este post, mesmo que não costumem comentar, percam um minuto – chega e sobra – a escrever qualquer coisa tão simples como costumo ler. Ou leio de vez em quando. Será bastante. E peço que o comentário seja registado com o vosso nome, única forma possível de eu saber. Para quem esteja menos afeito a esta coisa dos blóguios (e olhem que eu continuo sem perceber nada disto), aqui ficam muito brevemente os procedimentos simplicíssimos:

1. No fim do post, no canto direito, há-de aparecer um coiso sublinhado a dizer o número de comentários registados. Clicam aí (embirro com o verbo, mas não há volta a dar-lhe).

2. Aparece uma nova janela, em que têm três escolhas (comentar como blogger, outro, ou anónimo). Caso não estejam registados, coisa que já percebi que alguns de nós estão, escolhem OUTRO.

3. Surge um espaço onde põem o vosso nome. Depois é só escrever no campo destinado ao comentário (em cima) e publicar.

Fazem-me este favor? Isto nunca chegará a bom porto sem a vossa ajuda.

Um beijo enorme a todos.
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35 comentários:

Anónimo disse...

Bonito esforço, mulher.

Anónimo disse...

Eu também. Sem surpresa...Bjs

Anónimo disse...

E vão 3!

Teresa disse...

Pois eu só consigo contar dois, lamento lamentar.

Anónimo disse...

Costumo ler!
Ou!
Leio de vez em quando!

BATATAA!

Manuel

Teresa disse...

Os suspeitos do costume, portantos...

ESPINAFREE!

I'm running out of vegetables...

Anónimo disse...

Já conto 4!

Anónimo disse...

É domingo e tudo na cama. Acordem e escrevam, seus preguiçosos!

Anónimo disse...

Telegráfica é a escrita
Que nesta folha deparo
E ao esforço da Teresita
Ninguém quer dar um amparo...

O'anónimo da contagem
E o outro, madrugador,
Não estimulam a coragem
De pôr mais gente a compor.

Manéis, Antónios, "rainhas"
Têm a prosa tão escassa
Que condenam estas linhas
A'uma autêntica desgraça!

É que em tanta intervenção
Houve alguém que já me disse
Que a melhor contribuição
São os "bjs" da Eunice.

Vamos todos escrevinhar
Que isto aqui nem gasta selo
Antes isso que aturar
O tal novo do Restelo.

Teresa disse...

Temos novo bardo! Quem vos cantará dignamente, alunos da Dr.ª Maria Helena? Precisaríamos de um bardo para os bardos de serviço que nos vão aparecendo.

Agradecemos sensibilizados ao Luís Aleixo (?) estes versos que nos deixa.

Em matéria de recenseamento, continuo na mesma... como a lesma.

Teresa disse...

Achei que a pessoa que assinava os versos estava a usar pseudónimo. Disseram-me que não. Só queria confirmar. Como não tenho qualquer contacto do Luís Filipe Aleixo achei que ele nem sabia da existência deste cantinho.

Luís Filipe, és mesmo tu?

Anónimo disse...

Tu estás a ficar doida...

Isso é mania da perseguição...

Tens a certeza de que não sonhas com pseudónimos nem com blóguios???

Nem sequer com Rainhas do Drama ou com Adões (será Adães???)com olhos a piscar???

Um Valdispertzito ou um Xanax talvez não te façam pior... Se não fores dada a medicamentos, experimenta o chá de tília...

BATATAA!

Manuel

Teresa disse...

Ó Criatura - para citar a nossa Dr.ª Maria Helena -, tu não me fales em chá, que eu sou viciada! Fala com a Eunice, que é uma entendida. Aquilo a que tu chamas chá de tília é uma tisana. Eu gosto de chá-CHÁ! E desde que há uns meses (graças ao Francisco, irmão do Victor, que tem a importação para cá) descobri os do Palais des Thés, ando a experimentar uns quantos.
Achava eu, por exemplo, que não gostava de chá verde. Engano. Era só o meu bom gosto, que é proverbial, a insurgir-se com as zurrapas que me impingiam nos supermercados e em algumas lojas. O Fleur de Geisha, o chá verde do Palais des Thés, é um poema, uma elegia, uma écloga! Despacho dois bules logo pela manhã.

Aprendi muito com o Francisco, que fez cursos de chá no Oriente. Eu fazia o chá à inglesa. Asneira. Se a memória não me falha, até foi a nossa D. Catarina de Bragança que pôs a loira Albion a consumir as folhinhas aromáticas. Não sabem nada daquilo. À falta da nossa querida Trudy (por onde andará?), aqui ficam três regras de ouro para o chá:

1.´Faz-se com água mineral. A da torneira é crime de lesa-majestade.

2. A água não pode ferver. Para cada tipo de chá há uma temperatura adequada.

3. Idem para o tempo de infusão. Para um chá verde serão uns três minutos, outros precisarão de mais.

Quanto ao resto... sempre és muito engraçado, Manel! (cala-te, boca!!)

Anónimo disse...

Não sei do que falas mas eu também adoro o cha-cha-chá. E a rumba! E o quickstep! E o foxtrot, então, nem se fala...

Por outro lado, não acredito que o Senhor Gomes, do café da rua de trás, me levasse a bem que lhe pedisse uma "tisana de tília"...

E, já agora, diz-me uma coisa: podemos fazer publicidade aos nossos produtos, no blog?

E, antes que mal pergunte, diz-me outra: porque é que as pessoas não te respondem???

BATATAA!

Manuel

Anónimo disse...

E sou mesmo eu, o Manuel...

BATATAA!

Manuel

Anónimo disse...

Ah!!! E outra dúvida???

A Senhora Dona Catarina já fumava uma ervita, era???

BATATAA!

Manuel

(o próprio)

Teresa disse...

Manuel José,

Tu queres é conversa. Vou lanchar, que estou a trabalhar desde as oito da manhã.

Passa bem. Ora com franqueza!

Anónimo disse...

É verdade, é...

Eu quero é conversa...

E não posso deixar de te levar a mal que tenhas ido lanchar e que me tenhas deixado para aqui a falar sozinho...

Até estou a pensar, já que está na moda, escrever-te um poema...

O que te parece???

BATATAA!

Manuel

P.S. Porque é que o "u" de "Manuel" aparece a bold? Algum significado cabalístico que eu desconheça???

Anónimo disse...

Atão???

Continuas a lanchar???

BATATAA!

Manuel

Teresa disse...

Desculpa, Manel, adormeci.

O u a bold era para frisar um tratamento mais formal e distanciado, já que foste tão agreste comigo. Digamos que me pus nas minhas tamanquinhas. Manuel em vez de Manel, percebes?

Mas adonde está o poema?

Anónimo disse...

Citando Teresa: "...continuo na mesma... como a lesma".


Ora bem! A lesma!... Tal invertebrado insere-se, taxonicamente, no Reino Animalia, Filo Mollusca, Classe Gastropoda, Sub-classe Orthogastropoda, Ordem Pulmonata e Sub-ordem Stylommatophora.

As lesmas são, portanto, moluscos gastrópodes pulmonados da sub-ordem Stylommatophora. Distinguem-se dos restantes gastrópodes, em particular dos caracóis, pela inexistência de concha externa proeminente.

O corpo das lesmas é constituído por manto, pé e cabeça, com um par de tentáculos ópticos e um par de tentáculos sensoriais, ambos retrácteis. São bastante sensíveis à desidratação e algumas também são sensíveis à luz.

As lesmas são seres hermafroditas. Caracterizam-se pelo facto de, durante o seu desenvolvimento, a massa visceral (característica dos moluscos) sofrer uma torção, enrolando-se sobre si mesma. Assim, adoptam a forma espiral tão característica da concha dos caracóis.

As lesmas são um problema sério em várias culturas, hortas, pomares e jardins. Alimentam-se de uma grande variedade de plantas, devorando tanto as raízes quanto a parte aérea, sempre no período nocturno. Reconhece-se uma infestação por lesmas mediante a observação dos seus caracteísticos rastros de muco.


Teresa: posto isto, ainda se sentirá na mesma, como a dita???

Anónimo disse...

Teruesa:

A Menina está uma flor-de-estufa, deixe-me que lhe diga...

Só pretendi ser espirituoso, eventualmente, com licença do António, algo acutilante, mas nunca, por nunca ser, agreste...

Já agora, porque não Senhor Dom Manuel (com vénia e por extenso, nada de D dot e, muito menos, de Dodot)???

Deixa-te de frescuras e de tamanquinhas, anda...


BATATAA!

Manuel

Anónimo disse...

Querem ver que ele voltou???

Anónimo disse...

Na sequencia da conversa relativa à 7º intervenção antes da presente, ainda que não me considere tão entendida em chás como a nossa amiga Teresa afirma, ficam V. Exas desde já convidadas, a um " chá de porta aberta " ou "tisana de porta aberta"( que mal...)aquando da inauguração do " Tons de Chá", respeitoso futuro espaço, sob alçada desta humilde gerente ao vosso dispôr. Inauguração em dia a agendar...
P.S.- Que bom Luís Aleixo, saber que os meus "bjs" ainda têm algum apreço...
Bjs

Anónimo disse...

Ressalva: onde se lê 7ª intervenção, deve ler-se 15ª a contar do início...é que enquanto compunha o meu breve convite, os intervenientes sucederam-se sem eu dar por isso.
bjs

Anónimo disse...

Citando MSP: "...experimenta o chá de tília...".

Mas que abuso de linguagem! É chá ou é tília? Referir-se-á MSP a uma infusão de tília?

Sim, porque afinal o que é o chá?

A planta do chá é designada por Camellia sinensis (L.) O. Kuntze e botanicamente pertence à família Theaceae. A planta do chá é lenhosa e de folhagem persistente. As folhas são alternas, de pecíolo pequeno, elípticas, dentadas e normalmente coriáceas, apresentando-se glabras ou ligeiramente pubescentes na página inferior ao longo da nervura principal. As suas folhas mais jovens e os gomos, parte da planta utilizada na produção do chá comercial, são cobertos por um fino indumento branco e sedoso que mais tarde desaparece. É este indumento, aliás, que está na origem do nome dado ao gomo terminal : Pekoe, da palavra chinesa pak-ho que significa cabelo ou penugem.
As flores, pequenas, são brancas, geralmente com quatro ou cinco pétalas, aromáticas e aparecem nas axilas das folhas em grupos de dois, três ou quatro.
O fruto é uma cápsula tricoca com 2 a 3 cm de diâmetro. Dada a grande dispersão que a planta sofreu desde o início do seu cultivo até aos nossos dias e a livre hibridação entre os vários tipos geográficos, não tem sido fácil para os botânicos a descrição das variedades existentes.
Contudo, atendendo ao factor geográfico, consideram três variedades principais de Camellia sinensis, que podem ser reconhecidas na região de origem desta planta. São elas : var. sinensis (chá da China), var. assamica (chá de Assam) var. assamica ssp. lasiocalyx (chá do Cambodja ou Indochina). Estas variedades cruzam-se entre si originando múltiplos híbridos.


MSP: atendendo à enorme quantidade de espécies (e seus híbridos) do Género Tilia, aqui fica uma resumida classificação taxonómica: Reino Plantae, Divisão Magnoliophyta, Classe Magnoliopsida, Ordem Malvales, Família Malvaceae, Género Tilia.

Teresa disse...

Ó Prof. Cientificus, agora é que o menino me deixou arrombada de vez!
Foi por estas e por outras que eu fui para Letras...
Estive a tentar ler o que escreveu com toda a atenção de que fui capaz.

Socorro! Quero a Trudy!

LESMAA!

(eu avisei que estava a ficar sem vegetais)

Anónimo disse...

Se deixam estes gajos pseudo-intelectuais vir para aqui encher a página, encobertos numa capa de anonimato, eu juro que começo a dizer asneiras.
Ai juro, juro!

PORRAA!

Anónimo disse...

E ainda só vão 4!

Teresa disse...

Pronto, pronto, menino Anônimo, tenha calma, não passe daí...

Eunice, tu nem sabes no que te estás a meter se convidas esta gente para o teu templo de chás... Olha que é coisa que muitos não provámos em pequeninos... Seja como for, convite agradecido e... aceite!
Set the date!

CHÁÁ!

Anónimo disse...

Eu só vou ao chá se houver muitos doces! Mnham, mnham!...

Anónimo disse...

Mas o qué isto? Atão isto agora vem-se aqui pá publicidade, ó quê?

Querem promover o produto - tá certo! Mas deixam a comissãozinha aqui ao jecas.

Julgam q'isto é à borliú, não? Tão muito inganadas! Ó acaso pensam que aqui o mano vive só d'oxingénio?

Ó Euniquinhas... casinhas de chá?Mas que treta é essa? E de porta aberta? Eu de porta aberta, além do São Bento, só topo a Micas e a Carol que per acaso são umas garinas que eu inté sustento e que têm casa montada no Fogueteiro.

Per isso vamos lá ver se a gente se intende... Primeiros, vêm os 30 per cento do meu bulir. Depois inté podem fazer publicidade à ganância: aqui, nesta emprensa escrita, nos meilingues ou nos aute-dores.

E alembrem-se que aqui o Zé tá sempre de olho vivo em vocêsses. Juizinho, chavalas!

Anónimo disse...

Varreu-se-me que isto dos cházinhos não dá tisana a ninguém. Apostem mais nos chotes!

Teresa disse...

Querido Zé da Meia Laranja (está a teclar de Albufeira?),

Lembrei-me agora mesmo de que a nossa correspondente Cindy Calista anda à procura de um senhor que a ajude. Fica aqui a sugestão. Só não sei se gostará muito do Fogueteiro, parece-me mais rapariga para esta banda...

FEIJÃOO!

Anónimo disse...

Isto está bonito, está!

Vocês são todas doidas!

ABOBRAA!