Foi nossa (minha, da Clara e da Vanda, para cingir as coisas a este grupo) professora de Português nos 4.º e 5.º anos. Se eu tivesse filhos, gostaria que tivessem uma professora assim.Não que fosse simpática, longe disso. Era ríspida, cortante. A extrema magreza granjeou-lhe uma alcunha pouco lisonjeira no Liceu. A Seringa. Não foi posta por nenhuma de nós, disso tenho a certeza.
Gostaria de lhe prestar aqui homenagem. Há professores que nos marcam para a vida inteira. A Dr.ª M.ª Helena é para mim um desses casos – como foram Vergílio Ferreira ou a Dr.ª Teresa, professora de inglês do 7.º ano, de quem já falei no meu blog, A Gota de Ran Tan Plan.
Nem sequer é pelas óptimas notas que sempre me deu. Perderam-se no tempo, não relevam em nada para a minha vida presente. Aquilo que ela me deu é um tesouro não quantificável, uma coisa muito difícil de definir. Talvez se chame gosto. Ensinou-me a discernir, a identificar a qualidade, aquilo que tinha valor. Não sei que é feito dela, se ainda é viva – passaram trinta anos! –, mas deixo-lhe aqui um beijo enorme. Obrigada, Dr.ª M.ª Helena!
Antes que eu derive para a lamechice, toca a evocar coisas divertidas. Reparem no retrato e no estado da secretária. Quase desmantelada. Era o período pós-25 de Abril. E bem podemos dar graças a Deus por o nosso Liceu ter sido tão pouco atingido pelos disparates que grassaram um pouco por todo o lado. Reparem no bocado do quadro que se vê por trás da Dr.ª Maria Helena. O Vieira – contínuo, lembram-se dele? – escreveu lá os seus votos de boa viagem para o Pátio Sul, o dos crescidos, que seria o nosso no ano seguinte. Acho que o homem engraçava com a turma A.
Última coisa divertida: a Dr.ª M.ª Helena foi a minha interlocutora no episódio mais amargo que tive em cinco anos de Liceu. A história do pardal. O Artur ainda se lembra muito bem, sempre que nos encontramos nos jantares trá-lo de volta. Do alto desta vetusta idade até tenho vontade de rir, mas confesso que na altura fiquei apavorada. Visionei cenários mil e estava a ver-me a ser expulsa do Liceu – muito dramático se pode ser aos 14 anos! Lembro-me de ter passado boa parte de uma tarde com a Clara no gabinete das contínuas, que por sorte gostavam imenso de nós e foram cúmplices, de tira-nódoas em punho a tentar limpar no livro de ponto os vestígios da asneira. Debalde – desculpem, não resisti, tenho um fraco por esta palavra. Em vão, pronto!
Sei que o Artur se lembra. O António também deve lembrar-se. Os amargos de boca foram para mim. Mas acabou tudo bem, deixem lá.
Foto minha, último dia de aulas do 5.º ano - Junho de 1975

37 comentários:
Num momento em que a febre o não é, à custa dos ben-u-ron e de outras banhas da cobra semelhantes, vim verificar os mails e, claro, este blog.
Com surpresa - não me lembrava
disso - verifiquei que aquela que considero a melhor professora que tive (ou vá lá, para não ser injusto, das melhores), também tinha sido professora de outras Tágides e de outros Adamastores.
Delirava com o seu sentido de humor, finíssimo e muito british e com as expressões que utilizava, de que ainda hoje sou fiel seguidor. O "Nem que chovam picaretas em brasa!" e o "Valha-me Santa Rita e São Jaime!" fazem parte da minha linguagem usual...
Aliás, a segunda destas expressões valeu-lhe uma outra alcunha, a de "Santa Rita".
Apreciava, também e muito, o ar solene com que dizia as piadas mais acintosas (o António diria acutilantes), fosse para com a turma, no seu geral, fosse para com um ou outro de nós.
Ansiava, verdadeiramente, pelas suas aulas, que eram, para mim, um misto de aprendizagem (à séria) e de uma infinita mas regradíssima dose de humor.
Um dos episódios mais engraçados que (não) tive com ela foi o de, após ter terminado o Liceu, lhe ter enviado imensa correspondência e de nunca ter obtido resposta. Intrigado, fui ao Liceu na volta de férias (Outubro de 1977, por aí...) e perguntei-lhe o que se passava. Afirmou-me nunca ter recebido carta nenhuma (e eu
tinha-lhe mandado umas cinco ou seis...) até chegarmos à conclusão de que eu tinha enviado a correspondência para uma homónima, cujos nome e direcção tinha encontrado na lista telefónica de Lisboa...
Rimo-nos a bom rir, claro!
Gostava de saber dela. Muito, mesmo. E espero que as notícias não sejam as de que já terá entregue (a quem possa interessar, confirmei no Priberam!...Private joke! Peço desculpa aos outros...) a alma ao Criador.
Quanto ao Senhor Vieira, merece um post. Tenho a certeza de que alguém terá uma fotografia dele e que a Teresa não se importará de redigir tal post. Mesmo sem fotografia, no caso de ela se não materializar...
(Este comentário está um bocadinho Teresa Leandro, não está??? Ela e os outros leitores que me desculpem...)
BATATAA!
Manuel
É verdade, é...
Até fiz desenhos e tudo...
Não quero jurar mas creio que já levei essa redacção para um dos jantares...
BATATAA!
Manuel
Pois eu tive uma nota do caraçás (ler com pronúncia francesa) no ponto sobre a Farsa de Inês Pereira. Que, diga-se de passagem, nunca li. Acho até que nem cheguei sequer a comprar o livro.
Quem era essa Amélia da papelaria? Só me lembro do Gonçalves! Que perdia a paciência com a nossa turma de 5.º ano, a formar bicha já depois do toque de entrada para comprar à pressa folhas de papel cavalinho (cinco tostões cada)para as aulas de Desenho da Manuela Portelinha.
Irra, tem-me faltado a saudação!
COUVEE!
Sois uns inconstantes...
BATATAA!
Oi, gente.
Continua tudo numa animaçao.
Msp, se voce e o Manuel que penso, o Gr..., ha quanto tempo, meu Deus. Veja se nao e dengoso, ta?
Antonio, voce deixe-se de bobagens, veja se me conhece que eu vou dando pista.
Teresinha (vou te chamar Tijuca), nao tenha inveja do meu sucesso, que eu nao tenho inveja dos seus acentos.
Braza da Faisca, onde anda esse brazeiro todo?
Beijo bem docinho.
Gustava Prazeres
P.S. Que cena e essa de BATATA e TOMATE? Virou lugar de hortaliça?
Caros,
Pasmo com as vossas lembranças! Tenho uma memória muitíssimo selectiva - eufemismo para aterosclerose galopante ? - e, ao ler os vossos escritos (consegui fazê-lo hoje; perdão por ter pensado que era por maldade ou sectarismo que escondiam de mim os comentários que a Teresa e o António esporadicamente e por mails directos me referiram estarem disponíveis no blog; afinal era apenas nabice minha - já me safo, assim, da menção do vegetal, Teresa ? - e falta de prática destas coisas dos blogues, de que oiço falar/leio no jornal mas nunca tinha praticado) consigo visualizar (imaginar?) imagens esfumadas daquilo que foi a nossa adolescência no Liceu. Onde andava eu na altura, que não consigo lembrar-me senão de duas ou três situações com princípio, meio e fim ? Será que também imaginei essa minha adolescência e que vocês agora, apenas por simpatia, me aceitaram como participante póstumo na vossa existência de liceais endiabrados ? Ou andaria eu tão ocupado com as numerosas actividades ditas extra-curriculares que tinha na altura que mal me lembro das actividades curriculares propriamente ditas ? É também por essa quase completa brancura de memórias curiosas que vos envolvam que escolho participar pouco, pelo menos como redactor.
Mas, agora que sei cá chegar, garanto-vos que podem contar-me entre os leitores.
Beijos e abraços do
Ricardo, Nabo.
Are you doing drugs, Richard?!!!
Agora a sério, Caríssimo Ricardo!
Adorei saber de ti e ver-te participar no blog!
Gostei da prosa - o Camões foi uma grande escola - e percebo lindamente que não te sobrem memórias daqueles tempos...
Sabes? Cada um é para o que nasce e acredito piamente que os tempos de liceu tenham sido mais marcantes para uns do que para outros.
No meu caso concreto era o local de convívio. Por um lado porque, regressados de Angola, os meus Pais se isolaram e não fizeram, praticamente, vida social, o que fez com que eu (e o meu irmão) não tenhamos, hoje, aquilo a que é usual chamar amigos de infância. Por outro lado, ou se calhar a agravar o que acima fica dito, moro, desde que vim para Lisboa, numa rua algo atípica: não é uma rua de bairro, não há mercearias, as pessoas não fazem vida de café e, por estranho que possa parecer, preferia, na altura, estar no Liceu (e antes, na Escola Preparatória, e antes, ainda, no Colégio) a estar em casa.
Também não tínhamos família em Lisboa e, por isso, andávamos sempre cheios de vontade de ir para Chaves, onde tínhamos primos e amigos da nossa idade e uma liberdade incomensurável.
Assim sendo, é natural que o Liceu tenha sido vivido com uma intensidade diferente daquela com que o vivia quem o tinha como uma seca que era impossível expurgar do quotidiano.
Não penses tu, porém, que, por te dedicares mais às actividades extra-curriculares do que às curriculares, te safas de vir a terreiro... Recordo aqui uma história tua de que tenho a certeza que te lembras.
Estava o Dr. Alves de Azevedo, vulgo Múmia, emérito professor de Introdução à Política no nosso 7º Ano (2º ano do Curso Complementar dos Liceus, equivalente ao actual 11º), a ralhar ou com o António ou com o Viegas, de dedo em riste apontado ao local onde ele (qualquer que fosse deles) estava sentado quando tu, dando um imensíssimo ar da tua graça, estando sentado no lado oposto da sala, te levantaste, indignado, e interpelaste o Mestre:
- Eu, Stôr! Eu não estava a fazer nada!
Ele respondeu-te:
- Não és tu!
E voltando-se imediatamente ou para o António ou para o Viegas, continuou:
- És tu!
Conseguiste, praticamente, acabar com a aula...
Toda a gente, de todos os cantos e meios da sala se começou a levantar e a perguntar:
- Eu, Stôr???,
completando, sempre, com:
- Eu não estava a fazer nada...
....
Então, lembras-te ou não???
Devo dizer-te que, na altura, achei uma revelação da tua parte. O Ricardo M.da C., que não partia um prato, por mais frágil que o mesmo fosse, conseguiu pôr a cabeça do Múmia à razão de juros, ainda por cima com uma intervenção absolutamente inocente (e que se pretendia inocentadora...)
Saíste-me uma boa bisca, deixa estar...
Mas é, verdadeiramente, com um imenso gosto que te vejo a discorrer aqui, neste blog.
E se bem atentares nos escritos que ficam para trás, verás que o tema não tem de ser o liceu (cf. Drama Queen, Novo do Restelo, Adam Blinkingeye, Padre Egas Vaz, Trudy, Salvador Almeida Jr., etc, etc., e outros que, entretanto, vão surgindo...).
Não te encerres, pois, nessa desculpa para não vires escrever meia-dúzia de palavras com que nos ponhas ao corrente daquilo que vais fazendo.
Um enormíssimo, amicíssimo e muito saudoso abraço do
Manuel
Para os outros todos
BATATAA!!!
Manuel
Qual nabo, qual quê, Ricardo!
Isto não tem nada que se lhe diga.
Bem-vindo... e comenta muito, comenta sempre.
ALFACEE!
Calou-se, ao que parece, o do Restelo!
Já desacreditado o Velho, apenas
Havia que chegar a roupa ao pêlo
Ao que de Novo tomou nome. As penas
De pavão da Vaidade a embrutecê-lo,
Não cuidou que outras mentes terrenas
Tão hermética escrita, e pensar
Tão impérvio pudessem decifrar.
Qual Narciso, que o rosto contemplava
No espelho daquele lago cristalino
Sobre que, atento, se debruçava,
Tecendo-se, e à Beleza, um hino,
O Novo do Restelo não esperava
Que seu modo de escrita asinino
Gerasse, do outro lado da contenda,
Resposta com travo a reprimenda.
E, do alto de uma bazófia infanda,
Atreve-se a, ao erro, chamar gralha.
Não contente, de forma execranda,
Ataca a Razão, não se atrapalha,
Sustentando, como quem comanda
(Os Santos nos acudam, Deus nos valha!),
Que "drástica" tinha de ser escrito
Se "dramática" se queria dito!
Orgulho tão ignóbil e tão vão,
Empáfia de tal modo miserável
Levaram, por resposta, a eructação
Do outro contendor, inevitável,
Já que lhe é crónica a condição
De dispéptico. Fora ele saudável
E poria fim com mor elegância
A tão despropositada jactância.
Que lição, que lembrança, que memória
Podemos nós guardar neste segundo?
Não se terá reescrito a História,
Nem exterminado o Mal do Mundo
Mas teve um ruidoso gás a glória
De calar aquele outro que, iracundo,
Se aprestava a deixar agonizante
E a matar o outro beligerante.
Por tanto, ó do Restelo, que de humano
Terás o gesto mas não tens o peito
E, ao que sugere teu escrever insano,
Tão pouco terás venerando aspeito
(E isso de seres Novo é triste engano
Como o é teu saber d'experiências feito!)
Esquece a Glória e a Fama e parte,
Livrando o Mundo do que apodas de arte!
E se uma muito leda madrugada
Vier dar como certo teu sumiço,
Quão mais alegre será a jornada!
(Todos nós estamos bem cientes disso!)
Ainda bem que alguém, com voz irada,
Te disse: " – Vai-te embora, ó chouriço!"
Blogueamos, agora, bem mais ledos
E de intrusos, extinguiram-se os medos!
Se o meu amigo o diz...
Olá k sou eu outraves e já sei butar nome para k não aparessa anônimo e todos çaberem kem tá a eskrever porke o meu pai k é o Sr. Salvador d'Almeida komo já diçe na ultima entrevenssão teve um prokalço e não pode ká vir nem pode rumeter mensages pk o diretor de Vale de Jodeus não promite k os recoluzos tenham pecês nas selas pk dis k é uma intidade publika e despartidaria e sêndo açim o meu pai que é o Sr. Salvador d'Almeida komo diçe supria trensmiteme as menssages na ora da visita ké das 15 as 17 nos dias mais uteis e das 15 as 18 nos fins da semana e eu levo tudo eskrito num papelsinho k a empressora da impreza tambem foi konviscada na penhora amais a rede de frio k era um lucho e tinha kapacidade pa + de sem tuneladas de karnes e inxidos e o meu pai tem gustado muito das konversas k aki tem avido e até manda rekados pá Dona Teresa k é uma çenhora k se esforssa muito e k tem porras pa eskrever e pó Sr. Manuel k eskreve muito bem e kom muitos nicos neimes indiferentes e tem muita pêna k a Dona Trudi não eskreva + coisas das nodoas e açim k é uma koisa k fás falta na prição derivado há falta de serviso de roparia e lavaje e manda comprimentos ao Sr. Padre Egas k dá insinamentos bons e k é uma kompanhia na sulidão da sela e keria k a Dona Trama Kuin não se amufinasse com o Sr. do nome eskezito alem de ter ficado muito kontente ke o Sr. Rikardo tiveçe apracido em komjunto com a Dona Gostava brasileira mas k não pressebe bem o k ker o Sr. mais novo do Restelo e até julga k deve ser alguma duença pesikiatrica por o Belenenses tar a façer mau kampionato ou pêlos pasteis andarem gordorentos mas k a Dona Trudi pode reseitar um chá de iperikão pros nervos ou ele pode intreter-se kom a remeça de xoriços k não foi kunfiscada k ao fim de 3 kilos pode ser ka gente já persseba o k ele ker diçer e fiko por aki k já vai longo o testo e kereiam-me bem porke iço nada vos custa deste que se açina
Salvador d'Almeida (Jr.)
Eskeceu-se-me a çaudassão. Deskulpem e ka vai.
XORIÇOO!
Novo do Restelo:
GET A LIFE!
Os meus amigos desculpem, mas ler o que aqui escrevem às vezes não é nada fácil!
Adorei os versos, tive de os ler umas três vezes para ver se percebia tudo, acho que consegui.
Do que não percebi mesmo patavina foi o que escreveu o Novo do Restelo. Ainda pensei ir ao vizinho de cima, que é um senhor muito prestável, pedir o dicionário emprestado, mas a esposa dele embirra um bocado comigo. O tal Novo é doido ou quê? Cá na minha não tem quem lhe aqueça os pés e se calhar até era senhor para me ajudar.
Eu sei o que ele quer, tratem-no mal.
Nem sei o que dizer, tamanha a estupefacção...
O Anonymous é que tinha razão...
BATATAA!
Manuel
Escrevam, seus preguiçosos.
Está por aí alguém de nome Bi Nelada?
Eu já ando doida com esta coisa dos pseudónimos! Razão tinha o António com a redacção sobre os blóguios.
("Eu sou o Novo do Restelo" é diferente de " O Novo do Restelo sou eu")
("Eu sou a Cindy Calista" é diferente de "A Cindy Calista sou eu")
"Eu sou o tipo de meia idade do Restelo" é precisamente a mesmíssima coisa que "O tipo de meia idade do Restelo sou eu".
Pois é, amigos, permitam-me o ponto de ordem: verborreia - e, pelos vistos, outras emanações de outros buracos que não a boca - e, por interposta forma de comunicação, capacidade de digitação não parecem faltar-vos.
No fim-de-semana passado li um artigo sobre a solidão dos internautas que, desculpem-me, se poderia (?) aplicar sem alterações a este nosso blogue.
Por isso, a perguntinha fatídica: e jantarinhos, que ainda é melhor que "blogar", para quando ?
Beijos e abraços deste vosso amigo que sassina
Ricardo.
"Eu sou a Anona Ryder" é precisamente a mesmíssima coisa que "A Anona Ryder sou eu".
"Çou filho do Sr. Salvador d'Almeida" é açim a modos que pratikamente komo-se dizéramos "o Sr. Salvador d'Almeida é meu filho"
Salvador d'Almeida (Jr.)
P A R A B É N S, RICARDO!
É verdade, meninos, o nosso Ricardo faz hoje aninhos.
BATATAA!
Vós sois capazes de dizer que Deus não é Deus!
Mesmo sendo feriado, escrevam, seus preguiçosos.
Mais respeito, pode ser uma questão de recolhimento e não de preguiça. Faz hoje 251 anos que foi o terramoto. Amanhã, dia de Finados, faz os mesmos 251 anos que nasceu a Maria Antonieta (que por sinal teve por Padrinho o rei D. José - por procuração, evidentemente). Nascida em tão triste dia, os auspícios não eram mesmo os melhores para a senhora... Deu no que sabemos.
António,
Mais do que escaldantes, estas notícias são de fazer tremer as paredes. Literalmente.
FAVAA!
Ando por aqui, ando...
Porquê???
Há azar???!!!
Só não arraso isto com um atentado suicida porque depois não podia continuar a rir-me...
Isso depende da perspectiva. Podem esperá-lo prazeres inefáveis no céu... aquelas não sei quantas virgens e não sei que mais.
QUIABOO!
Sou uma gaja, minha! Garina! Dama! Topas???
Para que queria eu as virgens de que falas?
Ou tenho ar, voz ou tipo de teclar de camionista???
LOL! Denunciaste-te, "querida".
Já sei quem és... e estás perdoado.
Mas hoje, que não é feriado, também não escrevem nada, seus preguiçosos?
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