quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Adeus ao Pátio Norte - O Fim do 5.º Ano II

Intervalo. À porta da nossa sala.

Em primeiro plano, um João Viegas desconfiado da objectiva e o Zé Serrano.

Lá atrás, à esquerda: a Isabel, gira como tudo, a Leonor, a Graça e a Gaby.

À direita: o Luís Branco, o João Afonso e uma cabeça que talvez seja do Rui Dinis. Encostado à parede, o Rui Serra.




À porta da sala, a Luísa Contreiras. Em grupo, o João Viegas, o Zé Serrano, o Pedro Caldeira e o Luís Branco. Por trás, entre as meninas, a Ana Cristina Lopes e a Paula Jóia, cujos merecimentos físicos eram muito apreciados pelos rapazes. Em grande plano, o Figueira.






A monumental grossura do Rui Dinis. Alguém tinha levado uma garrafa de Martini. Ele e o Patrício emborcaram-na quase sozinhos, com os belos resultados que estão à vista...











O Pedro Macedo, muito entendido em fotografia, discute comigo a qualidade do flash da minha máquina.





1-2-3 Cacilhas!...
Um alegre grupinho brinda-nos com este inesquecível jingle criado pelo Cardosinho.
Da esquerda para a Direita: Chico Aleluia, o autor, Henrique Gregório, Pedro Macedo, Peixe-Espada e Artur.








As brasas da Turma A, Pedro Caldeira e Zé Serrano. Pessoalmente, sempre gostei mais do Pedro, muitíssimo mais simpático. O outro era um nadinha peneirento para meu gosto. Mas vão lá perguntar à Clara e a mais umas quantas meninas a opinião delas...






















A repórter estava lá!

O Zé Serrano fez uma oral de Geografia para ver se conseguia nota para ir a exame. A coisa não foi exactamente fácil...

Note-se como a professora até recua, assarapantada, com alguma resposta mais reveladora de ignorância ... Mas passou!

12 comentários:

Teresa disse...

António,

O Cardosinho é aquele muito pequenino entre o Chico e o Gregório. Era da turma C e andava sempre com o Baginha.

Parece-me que quem está por trás do Grgório, a tentar o inevitável gesto, é o Mimoso. Clica na fotografia para a veres ampliada e diz-me o que achas.

Não tens de abrir uma conta pay pal para receberes a massa das votações?

Eu continuo a votar Chá cá faltava.

BATATAA!

Anónimo disse...

Mudos e desinteressantes.

Teresa disse...

Meninos, volto a lembrar que os comentários devem sempre ser colocados no post mais recente.

Abaixo copio um da Eunice no post anterior e que entrou há pouco. Só dei por ele porque sou notificada sempre que entra um comentário novo.

BATATAA!

Anónimo disse...

Alô...! grandes dissertações à volta do chá...e eu sem tempo para vir dar umas belas risadas. Se eu vos soubesse tão inspirados tinha proposto esta votação antes de escolher o nome da casa. Talvez quando abrir a próxima...bj
Apareçam!!!

Anónimo disse...

Durivado de sêr puribido eskerever nus póstios paçados tanbem não eskerevo aki porke inda tou sintido kom coizas ke ka se paçaram e é por iço k não me relevo e k eskerevo anónito mas kem tiver kom atensão pode de ser ke me indentefike k eu não digo kem sou e prontos komprimentos prós k mustraram kunsiderassão por mim çem me ufenderem k eu tou bem grassas a dêus e o meu santo paisinho vai komo ele ker deste k sidentrifica
Anónito (SA)

PRONTUSS!

Teresa disse...

Querido Menino Dorinho, que alegria vê-lo de regresso!

Cu(o)mprimentos ao seu querido Paizinho.

É um SUPÔNHAMOSS!

Anónimo disse...

Não sou Dorinho sou um çimples anónito não mapeteçe eskerever pa Dotôra Teresa e fikára-mos açim k na minha mudesta ideia paresseme milhor deste k saçina

ANÓNITOO!

Professor disse...

Do meu tempo só vejo os plátanos e as paredes!
Principalmente os plátanos... serviram-me de calendário muitos anos! E o ruído das folhas secas sob os pés eram uma benção. Felizmente, agora, outros plátanos, que não esses, ainda me alegram os olhos enquanto a Sr.ª Câmara não se lembrar de os deitar abaixo para acimentar qualquer coisa.
Tive de substituir a fonte de alimentação do computador e, claro, essa é uma das causas do meu eclipsamento.
Beijos
BATATAA!

Anónimo disse...

Oh, Professor

E a Av. das Tílias ?

Teresa disse...

Caro Anónito,
Peço-lhe a maior desculpa se o confundi com outra pessoa, foi a sua escrita tão pessoal que me induziu em erro. Estou perdoada?
Mas olhe que o menino podecomentar aqui sob esse seu nome, basta escrevê-lo no campo que diz Outro, ou Other, consoante esteja configurado em português ou em inglês.

Luís (Professor),
Os plátanos! Ai,os plátanos! Lembro-me sempre do regresso ao Liceu, depois das férias da Páscoa. Em pouco mais de duas semanas, tinha acontecido uma explosão de folhas verdes que eram bem uma promessa de alegres dias pela frente, no mais alegre de todos os períodos.

Quase ao lado da nossa sala de 5.º ano que aparece nas fotografias ficava o nosso campo de jogos de mata de todo o 4.º ano - o ano lectivo de 73/74. Ficava entre dois plátanos e uma linha nitidamente marcada no asfalto (que ainda lá está, confirmei em 25 de Novembro passado) servia-nos lindamente de divisão dos campos. Éramos só raparigas, as turmas mistas só viriam no ano seguinte. Todos os dias chegávamos ao Liceu imaculadamente brancas nas nossas batas, todos os dias voltávamos para casa indescritivelmente emporcalhadas, principalmente no Inverno. Imagine-se o lindo efeito de um ringue todo sujo de cair no chão molhado a acertar no terreno apetecível da sarja branca... Eu por mim falo, que era uma bata lavada praticamente todos os dias, com os consequentes refilanços da minha Mãe...

Lembro-me também de a Clara ter partido um pé nesse nosso 4.º ano, o que traz por arrasto duas lembranças muito cómicas:

1. A pobre rapariga passava os intervalos encostada a uma parede, porque todas nós queríamos experimentar-lhe as muletas e fazer corridinhas a ver quem fazia melhor tempo (medido no relógio da Crista, que tinha cronómetro).

2. Se bem que morasse pertíssimo, a Clara passou a ter de ir de táxi para o Liceu, que subir meia Av. Duque de Loulé de muletas não era coisa fácil. E todos os dias o motorista do táxi fazia umas trombas de palmo e meio, porque em tão curta distância o taxímetro não chegava a sair da bandeirada, que era de... 2$50.

Os preços! Outra anedota. No Liceu os bolos secos custavam 1$20, os outros 1$60. Claro que era raro termos dinheiro trocado e a D. Maria, casada com o Sr. Amândio da Biblioteca, de serviço na cantina pequena (o refeitório só abria no intervalo grande), tinha a mania de acertar o troco com rebuçados de $10. Os rebuçados eram horrorosos, ninguém os queria. A Luísa Mirones, que não era lá muito boa de assoar e embirrava fortemente com a D. Maria, começou a juntá-los. Nós contribuíamos. E um belo dia pagou o lanche à turma toda... em rebuçados. A D. Maria, pior que uma bicha, passou o intervalo a contar rebuçados!

BATATAA!

Anónimo disse...

Ploooinnng!

QUE SAUDADESS!

Anónimo disse...

Fico verdadeiramente impressionada com o manancial de memórias da Teresa. É certo que a minha passagem por aquele liceu foi, de certa forma, meteórica. Mas nem mesmo dos sítios onde permaneci mais tempo guardei recordações tão minuciosas.É difícil ficar indiferente à forma afectuosa como a Teresa partilha aquele tempo.Com imagens e tudo! E que lindos que eles eram!!!

Bom, mas vou deixar-me de lamechices e debruçar-me sobre os chás do António.

Pois,António,isto não foi nada fácil!Mas votarei no chá-fumega, esperando o seu voto no chá p'a dois.Não sei porquê mas a opção chá de malvas pareceu-me conotada com outra infusão qualquer.Estava a pensar mandar alguém às urtigas?

Beijoss!

Mariana