terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Da controversa utilidade das tunas...

Num dos nossos jantares na ANF. Quem nunca foi pode ter uma ideia de como ficamos bem instalados, naquela salinha só para nós, de como somos bem tratados... e de como nos tratamos bem. As ostras estão sempre presentes, o champagne é frequente.

Vanda, Clara, Artur, António, Eulália, Graça, eu, Luís Branco, Adelina e Leninha.

O convívio é sempre do mais bem-disposto que há. A Vanda nunca resiste a uns abracinhos...

Ricardo, Vanda, Artur e eu.

Confraternizamos alegremente...
Adelina, António, Cecília e Zé Afonso (topem-lhe o ar ministerial...)

Come-se bem e bebe-se melhor...
João Viegas, Ricardo e Eulália

Temos conversas profundas e filosóficas...
Adelina, Leninha, Luís Matias, Cecília e Zé Afonso

Há sempre uma pitada de quadrilhice...
Eulália, Luís Branco, António, Zé Afonso e Cecília

Há conspirações paralelas...
Zé Afonso, João Viegas e Ricardo

Há meninas bonitas...
Clara
Eulália

Há quem fale ao telefone...
João Viegas

E de repente... não mais que de repente... surge uma tuna! De onde? Por obra de quem?! Para quê?!

As reacções são as mais variadas...
Artur, eu, Clara e Graça

E cheira-me que eu tinha razão... Olhem-lhe só para o ar de patrãozinho!...

(Fotos da Adelina e do Luís Matias)

6 comentários:

Anónimo disse...

Ploooinnng!

TUNA FISHH!

Teresa disse...

LOL!

Principalmente no japonês, querido Alien.

Sabe que, passada a embirração inicial, começo a achar-lhe imensa graça? Às suas saudações, quero dizer, que quanto ao resto...

SASHIMII!

Anónimo disse...

Ploooinnng!

EU SABIAA!

Teresa disse...

Calma, Alien, calma, senão qualquer dia isto está um namoro pegado!

FLIRTT!

Anónimo disse...

Nas fotografias da "postagem inicial" há um indivíduo que é apelidado de "patrãozinho". Com procuração específica do referido indivíduo, venho expor as considerações que se seguem.

O termo “patrão” pressupõe a existência de uma relação laboral e, eventualmente, a existência de um negócio. Entendendo “patrãozinho” como diminutivo daquele termo, depreende-se que o meu constituinte possui uma qualquer relação laboral - por pequenina que ela seja – com algum ou alguns dos figurantes nas fotografias. Mesmo que o diminutivo seja utilizado para caracterizar a sua estatura de 1,76m, não deixará de estar subjacente ao termo em causa a tal relação contratual – independentemente de ser um patrão “rodas-baixas” ou de não ser companhia aprazível para ir aos figos.

Ora, é de todos sabido que na qualidade de patrão se adquire uma responsabilidade económica, financeira e social, à qual está associada uma componente de risco nunca negligenciável. Quem não conhece os dramas das devoluções de IVA e IRS ao fisco, das contribuições de quase 24% para a Segurança Social, dos pagamentos especiais por conta, dos saques anuais de IRC ou das contingências das coimas e penhoras? Quem nunca ouviu falar nos dispêndios com a medicina no trabalho, nos seguros obrigatórios, na resignação patronal perante as faltas não justificadas e as baixas mais ou menos fraudulentas, na necessidade de apoio a funcionários mal adaptados ao seu posto de trabalho, no amparo à prenhez das secretárias? Não! Ser patrão não é nada fácil!

E, assim, é bom de ver que o meu constituinte está perplexo e alarmado. Tanto mais, que não sabe em que negócio se envolveu. Por mais que reflicta, que cogite, aquela tuna não lhe desperta a lembrança de qualquer pacto social em que se encontre envolvido e que tenha por objecto a realização de eventos culturais, a exploração sexual de universitárias ou o fabrico de cavaquinhos.

Mas, se ao menos, deste indecifrável negócio resultasse a força da motivação empresarial que qualquer investidor almeja – os proveitos -, estaria ele igualmente perplexo, é certo, mas, seguramente, muito menos alarmado: viessem esses lucros sobre a forma pecuniária ou em bens materiais, por muito perecíveis que estes fossem.

Acontece que, até à presente data, não lobrigou o meu constituinte qualquer depósito anónimo na sua conta bancária, nem, infortunadamente, foi assediado por provocante jovem aluna, nem, tão pouco, recebeu volumosa encomenda de pandeiretas.

Urge, portanto, para sua tranquilidade, clarificar a questão: ou se prova inequivocamente a existência do negócio, revelando a sua participação societária, o capital e a sede sociais, o número de funcionários, os níveis de encargos e endividamento, margens de lucro, produtividades e facturação anual ou dever-se-á retirar, de imediato, o epíteto de “patrãozinho” ao indivíduo do qual sou mandatário.

O Procurador
(assinatura ilegível)


Nota: quanto à classificação de “quadrilheiro” implícita na mesma postagem, por muito menos conheço eu quem, por amuo, nunca mais aqui tenha botado faladura.

Anónimo disse...

Andou a vossa geracao a lutar por uma "abrilada" para depois a minha restaurar todos estes saudosismos tradicionais, para mim, no minimo, pirosos! E' o que da esta sociedade ja nao acreditar na igreja... os grupos das catequistas e escuteiros faziam o mesmo papel e eram igualmente saudaveis. Enfim... e eu que sou ateu...