... da nossa mui nobre Associação é já na semana que vem.
Sim, queridos amigos, bem sei que inicialmente tínhamos combinado que seria a 16 de Maio. Tivemos de alterar. É já no dia 23, sexta-feira, pelas 20h30, aqui.
Toca a confirmar essas presenças!Liceu de Camões 1972-1977
Toca a confirmar essas presenças!
Posted by
Teresa
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7:38 a.m.
Labels: Convocatórias, Jantares
4 comentários:
1ª declaração: o concerto de Carlos Seixas dá 10 a 0 à grafonola de Abril.. graças a Deus, ou à virgem, já que de Maio se trata...
2ª declaração: olhe faxavor.. então e eu? sempre vou ó jantar ou quê? han? Fico anciosamente à guardar uma resposta. Peço deferimento e ssessivamente...
13 de Maio de 1975
- Nacionalização de várias empresas de tabacos (Decreto-lei nº 228-A/75).
- Jacinto Baptista foi empossado no cargo de director do Diário Popular, como resultado da vontade expressa dos trabalhadores. No seu estatuto editorial, o vespertino define-se como “antifascista e anticapitalista, anticolonialista, antineocolonialista e anti-imperialista, ao serviço das lutas e dos interesses do povo português e dos povos de todo o Mundo, operários, camponeses, massas populares, trabalhadoras e exploradas”.
- Primeira medida visível no novo rumo do Diário Popular: do cabeçalho do jornal foi eliminada a primeira linha onde se lia “O jornal de maior expansão no mundo português”, por se tratar de um “slogan de conteúdo colonialista”.
IMPRENSA REVOLUCIONÁRIA ANTI-TUDOO!
14 de Maio de 1975
- Em Fátima, o 13 de Maio, cujas cerimónias são presididas pelo arcebispo de Viena, decorre igual a tantos outros. O Século e o Diário de Notícias demonstram a inversão dos critérios editoriais ocorrida: o 13 de Maio já não consta da primeira página.
- “Hoje podemos, porém, afirmar: será preciso viver bem pouco para não ver o socialismo em Portugal”.
(Camarada Barreirinhas Cunhal, in O Século)
- A guerra civil em Angola dá lugar a uma debandada nunca vista. Aviões Boeing chegam a Lisboa, cheios de “retornados”, enquanto a imprensa escrita dá conta de trinta mil inscritos.
- “Entre os homens que chegam contam-se especialmente camionistas e pequenos comerciantes suburbanos de Luanda. De um modo geral sem filiação ideológica firmada e, em caso afirmativo, de uma maneira geral pró-UNITA; as palavras dos que chegam denotam um tom geral anti-MPLA. Será contudo arrojado rotular aqueles homens de reaccionários, dados os circunstancialismos decorrentes da colonialização portuguesa, culminado por uma guerra fratricida”.
(in Jornal Novo)
REGRESSO DOS COLONIALISTASS!
15 de Maio de 1975
- “A revolução é invencível”.
(Entrevista do camarada Cunhal ao Pravda)
- “Chipenda era da PIDE”.
(Entrevista do camarada Almirante Rosa Coutinho à revista Afrique-Asie)
- Próxima batalha: nacionalizar o comércio externo. Trata-se da única forma de reduzir as importações ao que é essencial ao país, pois não é possível proibir importações devido aos acordos comerciais a que Portugal está ligado”.
(Eugénio Rosa, in O Século)
ECONOMIA REVOLUCIONÁRIAA!
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